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Congresso Lusófono de Educação Ambiental
Dinamização e reforço da Rede Lusófona de Educação Ambiental

Congresso Lusófono de Educação Ambiental<br />
Dinamização e reforço da Rede Lusófona de Educação Ambiental A Decorrer na Escola Básica da Torreira o 3º Congresso Lusófono de Educação Ambiental está no seu 3º dia com grande dinâmica e discussões que ajudarão a construir uma proposta de políticas públicas de educação ambiental nos países e comunidades de língua portuguesa.
Têm-se construído várias redes de implementação de projetos e compromissos para a ação.
É já um grande sucesso pela forma como as pessoas representantes de diversas instituições têm assumido compromissos para a sua implicação em processos de dinamização e reforço da Rede Lusófona de Educação Ambiental

Segundo dia do Congresso Educação Ambiental - 9 de julho

O segundo dia do Congresso ficou marcado com a apresentação do tema “Educação Ambiental como Acção Cívica: Que Democracia Necessitamos e Reivindicamos”.
Tema apresentado em conferência pelo Professor Catedrático da Universidade de Santiago de Compostela-Galiza. José António Caride Gomes, durante a sua comunicação alertou entre outros aspetos a necessidade do tema Educação Ambiental, seja introduzido no curriculum escolar como forma de consciencializar os alunos a se interessarem na abordagem das questões ambientais com vista a interpelar os decisores políticos na toma de decisões acauteladas.
O tema suscitou um debate bastante interactivo, entre o orador e a plateia. Nessa interactividade, Prof José António Caride, deixou claro que a complexidade das questões ambientais e os desafios que se colocam, merecem uma acção concertada e proactiva envolvendo as comunidades locais.
Após a comunicação do Prof. Caride, seguiu-se apresentação do tema “Conexões da Educação Ambiental com outros Campos e suas Potencialidades”. Um tema, animados com as comunicações de Miguel Pardelhas da Universidade de Santiago de Compostela-Galiza, Diosmar Filho de Universidade Federal de Bahia-Brasil, Aline de Castro Cravid da Direcção Geral do Ambiente do São Tomé e Príncipe e Alxandre Vevsky do Parque Natural do Fogo- Cabo Verde, na qual cada palestrante falou da experiência do seu país e dos trabalhos desenvolvidos, sobretudo no campo científico.
No período da tarde, os participantes desdobram-se em diferentes momentos com apresentação dos temas nos eixos temáticos, oficinas de trabalho, assim como um mini curso sobre o “Processos formadores de Valores para Sociedades Sustentáveis”.


Terceiro dia do Congresso Educação Ambiental - 10 de julho
Conforme o programa de trabalho sobre o 3º Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa, que ainda decorre em Torreira, Murtosa Portugal, o terceiro dia deste encontro, ou seja dia 10 Julho ficou marcado com apresentação do tema “Aprendizagem Social Face as Alterações Climáticas: Desafios de Inovar para Mobilizar.
Tema apresentado por Pedro Roberto Jacobi da Universidade de São Paulo Brasil, na qual notou que aprendizagem social possibilita melhor a decisão colectiva de interesses compartilhados e a construção de uma linguagem comum.
Tendo em conta a transversalidade da questão ambiental professor, Jacobi propôs as parcerias através de cooperativas interdisciplinares face as mudanças climáticas, inovar para mobilizar, estimular o dialogo, ampliar os conhecimentos e práticas sociais com acento tónico na adaptação.
Dada a forma pedagógica com que o tema foi apresentado, motivou o interesse e a curiosidade dos participantes em levantar questões assim como sugestões com enfoque numa altitude mais amiga em defesa do meio ambiente.
Posto isso, foi apresentado em painel o tema Contextos de Educação Ambiental no Espaço Lusófono: Realidades e Desafios.
Este painel, permitiu a apresentação e partilha de experiência dos países como Angola, Guiné-Bissau, Timor Leste e Galiza.
Augusto Henriques da ONG TINIGUENA, Guiné-Bissau, centrou a sua abordagem nas actividades e realizações da referida ONG nos últimos vinte anos com o destaque para a valorização e protecção dos recursos ambientais nas Ilhas Bijagós, sua área de intervenção.
Abertura de 12 sítios de património natural e cultural, formação e capacitação de jovens da Geração Nova de TINIGUENA, campanhas de sensibilização sobre sítios de interesse ambiental foram entres outras actividades citadas pela apresentadora.
Palmiro Cassimiro do Ministério do Ambiente de Angola, disse que o seu país está empenhado na implantação do programa da Educação Ambiental tanto a nível formal(escola) assim como informal( através dos Órgãos da Comunicação Social e a sociedade civil).
Por ser um desafio a Educação Ambiental, Palmiro citou trabalhos realizados pelas autoridades Angolanas com o destaque para a formação e capacitação através de parcerias públicas, construção de centros de Educação Ambiental a nível do país e a criação de salas verdes.
Uma ocasião para o representante do Timor, Antero Benedito da Silva da Universidade Nacional partilhar a sua visão sobre a Justiça Ambiental como caminha para Paz, numa altura em que a desmatação continua a ser uma preocupação.
A Educação por ser a base e o meio catalisador do conhecimento, Antero da Silva disse que a Direcção Nacional do Ambiente e o Ministério da Educação, estão a perspectivar a introdução da Educação Ambiental no curriculum escolar.
Carlos Vales do Centro de Referência de Educação Ambiental (CEIDA), Galiza Espanha partilhou experiências, destacando as parcerias para a formação e capacitação sobre Educação Ambiental com alguns países africanos de língua portuguesa, caso concreto de Angola e Cabo Verde.

Fonte - JRP

10.07.2015 - 22:11

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