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Na Escola Secundária de Santo André - Barreiro
Ciência Cidadã - Dia Internacional da Biodiversidade

Na Escola Secundária de Santo André - Barreiro<br />
Ciência Cidadã - Dia Internacional da Biodiversidade O Dia Internacional da Biodiversidade, proclamado pelas Nações Unidas a 22 de maio de 1992, data em que se adotou o texto final da Convenção da Diversidade Biológica, visa alertar a população para a necessidade e para a importância da conservação da diversidade biológica. Este ano o mote é “Somos parte da solução” e lembra-nos que, a biodiversidade tem a resposta para os vários desafios que o desenvolvimento sustentável nos coloca, enquanto indivíduos e sociedade.

Ciência Cidadã - Dia Internacional da Biodiversidade

É necessário viver em harmonia com a Natureza e para isso temos de compreender que somos parte dela e que está nas nossas mãos agir para travar a perda de biodiversidade, a todos os níveis. A desflorestação, a fragmentação de habitats, a introdução de espécies invasoras, a sobre-exploração dos recursos naturais, a poluição e as alterações climáticas, são as principais causas de perda de diversidade biológica.

O Dia Internacional da Biodiversidade, proclamado pelas Nações Unidas a 22 de maio de 1992, data em que se adotou o texto final da Convenção da Diversidade Biológica, visa alertar a população para a necessidade e para a importância da conservação da diversidade biológica. Este ano o mote é “Somos parte da solução” e lembra-nos que, a biodiversidade tem a resposta para os vários desafios que o desenvolvimento sustentável nos coloca, enquanto indivíduos e sociedade.

Na Escola Secundária de Santo André este dia foi assinalado através de um evento conjunto que envolveu alunos da turma A do 11º ano, no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia e os participantes no projeto Erasmus + "TREES: To Reinforce European Environment Sustainability " (Projeto financiado pela UE). O evento teve início com um momento de meditação na Natureza e continuou com o descasque de Acácias, uma planta invasora de origem australiana, existente no pulmão verde da ESSA e que, atendendo à grande taxa de crescimento pode, entre outros impactes, impedir o crescimento de plantas autóctones, alterar a estrutura e condição do solo e provocar diminuição da quantidade de água disponível.

Dada a capacidade regenerativa das acácias o corte das árvores é infrutífero, como tal a forma de combater estas plantas é impedir que a raiz receba alimento através do descasque do tronco. Com esta técnica as células da raiz acabam por morrer, a planta deixa de absorver água e seca.

E foi isso que os nossos alunos do 3º ciclo e do secundário fizeram. Orientados por técnicos do Centro de Educação Ambiental da Mata da Machada, aprenderam a identificar as acácias e a técnica de descasque.
Depois foi mãos à obra. Numa atividade de ciência cidadã todos os participantes “foram parte da solução” ao contribuir para o controlo desta planta invasora.

04.06.2021 - 11:44

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