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«A minha rua é o Barreiro»
«A primeira obrigação é construirmos a nossa felicidade»

«A minha rua é o Barreiro»<br>
«A primeira obrigação é construirmos a nossa felicidade»<br>
“O Barreiro é isto mesmo, ajudamo-nos uns aos outros, a nossa rua é isto, ajudarmo-nos uns aos outros. O Barreiro é uma aldeia onde todos nos conhecemos”, referiu Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, no encerramento do evento «A minha rua é o Barreiro».

“A minha rua é o Barreiro, porque o Barreiro é uma terra feita de muitas ruas. Temos que replicar estas iniciativas”, sublinhou Carlos Moreira, presidente da União de Freguesias do Alto do Seixalinho, Santo André e Verderena.

O Projecto «A minha rua é o Barreiro», realizou-se nos dias 4 e 5 de Junho, no Clube Dramático de Instrução e Recreio «31 de Janeiro – Os Celtas», uma iniciativa do Projecto «Estrela Polar», com o apoio da União de Freguesias do Alto do Seixalinho, Santo André e Verderena.
Durante os dois dias do evento estiveram expostas fotografias sobre o Barreiro, de Guilherme Ferreira e Paulo Nogueira e o artesanato de Feliciano Gião.
Houve tempo para poesia, teatro e música, para além da Feira – Exposição - «Coisas com memória».

Construirmos a nossa felicidade

No encerramento, Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, salientou a dinâmica associativa, recreativa e cultural do Clube Dramático de Instrução e Recreio «31 de Janeiro – Os Celtas», assim como o trabalho que vem sendo realizado pelo Projecto «Estrela Polar» que com a sua actividade já deu apoio a mais de 800 crianças.

“O Barreiro é isto mesmo, ajudamo-nos uns aos outros, a nossa rua é isto, ajudarmo-nos uns aos outros. O Barreiro é uma aldeia onde todos nos conhecemos”, referiu o autarca.
Carlos Humberto, sublinhou que – “a primeira obrigação é construirmos a nossa felicidade individual, se estivermos bem connosco próprios ajudamos os outros”.

Dar à vida um sentido

Mário Vaz, do Projecto «Estrela Polar», sublinhou a importância de “dar à vida um sentido” porque ela “está cheia de potencialidades”.
Recordou a história do Barreiro, a importância do seu território para a vida de Portugal, desde o tempo dos descobrimentos, o significado dos Caminhos de Ferro, as memórias da grande vila operária e industrial.
Referiu que o Projecto “A minha rua é o Barreiro” teve como objectivo – “dar a conhecer o que se faz, o que é o Barreiro e as suas gentes”.
“Foi um encontro de ideias e de memórias vivas do Barreiro”, salientou.

Barreiro é uma terra feita de muitas ruas

Carlos Moreira, presidente da União de Freguesias do Alto do Seixalinho, Santo André e Verderena, sublinhou que a autarquia desde a primeira hora colocou “todo o interesse na realização” do Projecto «A minha Rua é o Barreiro», porque esta é “uma iniciativa necessária á nossa terra”, demonstra que – “no Barreiro se conseguem criar coisas, há espaço para a poesia, teatro e música”.
“Aqui vimos uma pequena parte do muito que se faz na nossa terra, iniciativas que permite abrir espaços para as pessoas e que estas não vivam isoladas. Uma iniciativa marcada pela solidariedade e importante para dar vida ás nossas ruas”, disse.
“A minha rua é o Barreiro, porque o Barreiro é uma terra feita de muitas ruas. Temos que replicar estas iniciativas”, sublinhou o autarca.

Tenho muito orgulho em ser do Barreiro

Amadeo Batista, do Projecto «Estrela Polar» recordou que – “a minha rua é o Barreiro, é uma frase de todos nós, todos dizemos a minha rua, aquele lugar que desde crianças descobrimos e onde temos amigos. Em todas as ruas há amigos. Em todas as ruas que não são a nossa rua encontramos amigos. É por isso que o Barreiro é a minha rua, é por isso que a minha rua é Portugal, é a Europa e é o mundo”.
“Este projecto foi uma viagem pelo tempo, pelas pessoas”, sublinhou.
“Tenho muito orgulho em ser do Barreiro. É importante que este projecto se repita e com ele ajudarmos a fazer uma cidade melhor”, afirmou Amadeo Batista.

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05.06.2016 - 22:53

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