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Presidente da Câmara apela à unidade no que é determinante para o Barreiro
«O essencial não nos divide, mesmo entre forças politicas»

Presidente da Câmara apela à unidade no que é determinante para o Barreiro<br>
«O essencial não nos divide, mesmo entre forças politicas»<br /><br>
. A Cerimónia Barreiro Reconhecido realiza-se, às 17h00, no Auditório Municipal Augusto Cabrita.

“Hoje é o dia da nossa terra, festejamos o Barreiro, o nosso passado, o nosso presente e o nosso futuro. Somos uma terra de muitas batalhas, que vai à luta e que continua a servir o país e a região”, afirmou Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, no decorrer da Cerimónia do Hastear Solene das Bandeiras, no âmbito das comemorações do Dia da Cidade – 28 de Junho – Feriado Municipal.

Hoje pela manhã, nos Paços do Concelho, com a participação das Fanfarras das duas corporações de bombeiros – Bombeiros Voluntários do Barreiro/Corpo de Salvação Pública e Bombeiros Voluntários do Sul e Sueste – realizou-se a cerimónia do Içar Solene das Bandeiras, para assinalar o Dia da Cidade.
Na cerimónia marcaram apenas presença os vereadores eleitos pela CDU, registando-se a ausência dos eleitos do PS e PSD.
A bandeira nacional foi içada por Frederico Pereira, presidente da Assembleia Municipal do Barreiro e a bandeira do município do Barreiro, por Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro.
Entre os presentes de referir a presença dos Presidentes de Juntas de Freguesia – da União de Freguesias Barreiro e Lavradio, da União de Freguesias do Alto do Seixalinho, Santo André e Verderena e Junta de Freguesia de Santo António da Charneca. Isidro Heitor, eleito pelo Partido Socialista na Assembleia Municipal do Barreiro, também esteve presente na cerimónia.

Somos uma terra de tecnologias

Após o içar das bandeiras, Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, saudou a população presente e as entidades referindo - “hoje é o dia da nossa terra, festejamos o Barreiro, o nosso passado, o nosso presente e o nosso futuro. Somos uma terra de muitas batalhas, que vai à luta e que continua a servir o país e a região”.
O autarca sublinhou “somos uma terra de tecnologias”, estivemos “sempre ligados às tecnologias mais avançadas”, recordando a importância do Barreiro, na indústria do vidro, nos descobrimentos, nos moinhos, na indústria da cortiça, na indústria química e metalomecânica.
“Utilizamos sempre as novas e mais modernas tecnologias”, disse,
A propósito de Moinhos, o edil disse que serão realizadas obras de recuperação do Moinho Grande que irão permitir avaliar como era “uma verdadeira fábrica”.

Queremos construir um Barreiro melhor

“Queremos continuar a ser assim, uma terra de tecnologias”, com respeito pelo ambiente, e não como aconteceu no passado, referiu o presidente da Câmara Municipal do Barreiro.
O autarca salientou que o Barreiro é uma terra que tem passado, tem presente e tem futuro.
Recordou que apesar da situação que se vive na europa e no mundo, do empobrecimento do país e das dificuldades do Poder Local, com a redução de recursos – “queremos construir um Barreiro melhor”.

O essencial não nos divide

Neste contexto, lançou o repto para que o Barreiro seja “uma grande equipa, a favor do Barreiro e a favor dos barreirenses”.
Uma equipa que coloque em primeiro lugar – “o que nos une e não o que nos separa”, uma equipa que se entenda “no que é determinante para o Barreiro”, e, “secundarize o que não é fundamental”.
“O que nos separa é assessório, o essencial não nos divide, mesmo entre forças politicas ”, disse.
O autarca sublinhou que há diferenças entre as forças politicas e que as mesmas devem existir, mas, reforçou a ideia de unidade no “essencial” pelo futuro do Barreiro e para o desenvolvimento.

Não me obriguem a vir para a rua gritar

A encerrara a cerimónia actuou o Grupo Coral da UTIB – Universidade da Terceira Idade do Barreiro.
A pedido da imprensa regional, e aguentando o sol quente, o CORUTIB, cantou uma canção extra, uma oportunidade para escutar Zeca Afonso e se aquele cântico que se perde na memória – “não me obriguem a vir para a rua gritar”.

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28.06.2016 - 13:45

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