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Ministro da Administração Interna no Barreiro
Grandes riscos exigem solidariedade europeia

Ministro da Administração Interna no Barreiro<br />
Grandes riscos exigem solidariedade europeia.Protecção Civil não é apenas incêndios rurais

Na última semana registaram cerca de quatro centenas de incêndios florestais em Portugal, que “não foram noticia, porque foram extintos nas primeiras horas”, sublinhou Eduardo Cabrita, Ministro da Administração Interna, hoje, pela manhã, no Barreiro, no decorrer da Sessão de Abertura do Seminário de Balanço do exercício internacional CASCADE’19.

Hoje, pela manhã, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, no Barreiro, o Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, presidiu à Sessão de Abertura do Seminário de Balanço do exercício internacional CASCADE’19, organizado pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.
De referir que o exercício internacional CASCADE’19, organizado pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, foi o maior exercício internacional alguma vez realizado em Portugal, contou com a participação de mais de 600 operacionais, nacionais estrangeiros, e testou, durante quatro dias, missões de busca e salvamento, evacuação, alojamento de deslocados, combate a incêndios urbanos e industriais, combate a poluição marítima, acidentes NRBQ, entre outros cenários.

Protecção Civil não é apenas incêndios rurais

Eduardo Cabrita sublinhou que, o exercício Cascade’19, é um contributo para que se entenda que “Protecção Civil não é apenas incêndios rurais”.
Recordou que o exercício , envolveu operações com diversos cenários, desde um Furacão, na zona de Aveiro, a um terramoto na zona da Área Metropolitana de Lisboa e Évora.
Salientou que as respostas a estas situações envolveram a Protecção Civil de Portugal, toda a estrutura da ANPC, na coordenação e mobilização, sendo os bombeiros a primeira linha operacional.
No exercício estiveram envolvidos 21 municípios, a Marinha, GNR, Exército, Policia e agentes de emergência.

Grandes riscos exigem solidariedade europeia

Segundo Eduardo Cabrita, a participação neste exercício, assim como a sua planificação, permitiu avaliar a integração do sistema de protecção civil de Portugal com os mecanismos europeus de protecção civil.
O Ministro da Administração expressou a sua satisfação pela forma como o exercício decorreu, concluindo que as respostas aos riscos foram testadas, ao nível nacional e ao nível local.
“Os grandes riscos exigem solidariedade europeia e só têm respostas envolvendo os países ao nível europeu ”, disse Eduardo Cabrita.
Neste contexto salientou que o sucesso deste exercício, passou pelo envolvimento de duas dezenas de países que enviaram observadores, quer ao nível da europa, quer de outras regiões do mundo.

O exercício tem muito a ver com o Barreiro

No final da sua intervenção o Ministro da Administração Interna, referiu “estou incólume”, pelo facto de esta iniciativa decorrer “na minha cidade”.
Sublinhou que o exercício, pelas suas características tem muito a ver com o Barreiro, referindo que a proteção civil é uma prioridade do executivo municipal.
O ministro dirigiu uma saudação especial à barreirense, Patricia Gaspar, 2º Comandante Nacional da Protecção Civil.

Profissionalismo de todos os envolvidos

Frederico Rosa, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, sublinhou que o exercício trouxe mais aprendizagens que aquilo que era previsto.
Foi um exercício de uma grande amplitude, envolvendo entidade diferentes, que mantiveram entre si uma grande interajuda – “é extraordinário ver o profissionalismo de todos os envolvidos, na defesa das populações”, disse.

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01.06.2019 - 21:46

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