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reportagem

Mara Duarte, Governadora do Distrito 1960 no Rotary Club do Barreiro
«A sociedade tem que sentir que nós existimos»

Mara Duarte, Governadora do Distrito 1960 no Rotary Club do Barreiro<br />
«A sociedade tem que sentir que nós existimos»<br />
Mara Duarte, Governadora do Distrito 1960 do Rotary Club de Portugal, sublinhou a importância do apoio dos rotários a instituições o terceiro sector.

“Ao nível do terceiro sector existem instituições a trabalhar de uma forma que não se sabe como conseguem realizar os seus trabalhos, perante os parcos recursos que estão ao seu dispor”, disse.

Mara Duarte, Governadora do Distrito 1960 do Rotary Club de Portugal, visitou ontem o concelho do Barreiro, para além dos contactos institucionais e reuniões de trabalho, no final do programa participou no jantar que decorreu no Clube dos Empresários do Barreiro.

Moinho do JIM vai ter intervenção de pintura e recuperação

Augusto Coelho, presidente do Rotary Club do Barreiro, recordou as várias dinâmicas de intervenção civica e social que são promovidas no concelho do Barreiro através da acção rotária, desde o programa «Saúde Brincando» que mensalmente leva sorrisos e animação da diferentes instituições que trabalham com crianças, pela acção de João Gomes, passando pela atribuição de bolsas de estudo a alunos carenciados da Escola Superior de Tecnologia do Barreiro, assim como colaboração e parcerias com diversas instituições – Persona, Nós e AMPM.
Recordou as iniciativas abertas à comunidade, nomeadamente os Jantar- Palestra, onde são abordados diversos temas de actualidade.
Referiu, igualmente, os encontros de testemunhos profissionais, as visitas e passeios.
A finalizar divulgou que em parceria e com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro vai ser realizada uma intervenção de pintura e recuperação no Moinho do Jim, espaço municipal, cedido por protocolo para sede social do Rotary Club do Barreiro.

Importante que se veja o que é feito

Mara Duarte, Governadora do Distrito 1960, recordou que com a sua visita ao Barreiro, concretizava a 46ª visita a clubes, sublinhando que estas visitas permitem conhecer o que é feito nas comunidades pelos rotários, um pouco por todo o país, na Madeira e Açores.
Referiu que, nos tempos actuais, mais que dar com uma mão, e esconder de forma que a outra mão não veja, é importante que se veja o que é feito e que existam cada vez mais parcerias, dando a conhecer aquilo que é feito em favor de quem mais precisa.
Sublinhou que ao nível do terceiro sector existem instituições a trabalhar de uma forma que não se sabe como conseguem realizar os seus trabalhos, perante os parcos recursos que estão ao seu dispor.

Ser rotário é fazer a diferença

Mara Duarte referiu que são instituições como o Rotary que contribuem para que muito seja realizado pelo terceiro sector.
Afirmou que o rotary contribui para que exista uma sociedade mais inclusiva e deixa a sua marca na sociedade – “ser rotário é fazer a diferença”.
Lançou o repto para que exista mais diálogo institucional ao nível local, que se conheça mais o que se faz ao nível local, divulgando informação e que as instituições falem mais entre si – a conexão é um elemento diferenciador na sociedade.
“A conexão é falar” e são “relações pessoais”, disse.
“A sociedade tem que sentir que nós existimos, saber o que somos e o que fazemos”, afirmou


Foto- Carlos Guinote

07.01.2020 - 15:44

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