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Grupo Barreiro Camarro Mais Negócio
«Rostos» apresentou-se na reunião semanal perante 24 empresários

Grupo Barreiro Camarro Mais Negócio<br />
«Rostos» apresentou-se na reunião semanal perante 24 empresários<br />
. António Sousa Pereira 50 anos de jornalismo no Barreiro

O Grupo Barreiro Camarro Mais Negócio, entrou na situação de activo por contar na sua composição com 12 empresários.
Nas reuniões semanais, cada membro do Grupo tem um período para apresentar o seu projeto e dar-se a conhecer aos restantes membros do Grupo e convidados.

Na última reunião que contou com a presença de 24 empresários, António Sousa Pereira, do jornal «Rostos», apresentou-se, dando a conhecer o seu percurso de vida no jornalismo regional e local, sublinhando que no ano de 2023 vai completar 50 anos de actividade jornalística no concelho do Barreiro.

50 anos de jornalismo no Barreiro

“Foi no dia 25 de setembro de 1973, faz para o ano 50 anos, que, publiquei o meu primeiro artigo no jornal «República«, dedicado aos Jogos Juvenis do Barreiro. Posso dizer que essa é a data que assinala o início da minha actividade ligada ao jornalismo no concelho do Barreiro”, disse António Sousa Pereira.
Recordou que no ano de 1977, lançou o projecto «O Jornal Daterra».
“Faz para o ano 46 anos que iniciei essa aventura do «Jornal Daterra», que se prolongou entre 1977 e 1985.”, recordou.

Primeiro jornal digital no concelho do Barreiro

Referiu que exerceu as funções de Chefe de Redacção do «Jornal do Barreiro» e posteriormente assumi o cargo de Director.
Salientou que no ano 2001, em 15 de Dezembro, nasceu o jornal «Rostos», na sua edição impressa mensal.
E, curiosamente, por mero acaso, no dia 25 de Setembro de 2002, nasceu a edição Rostos digital. O primeiro jornal digital no concelho do Barreiro, o segundo no distrito de Setúbal e um dos pioneiros em Portugal.
Hoje é o jornal digital mais antigo do distrito de Setúbal. Estar vivo 20 anos é um sucesso.
“A escolha do nome “Rostos” tinha como motivação a aposta no desenvolvimento de uma proposta jornalística que se centrasse a noticia nos “rostos”. Cada um de nós, cada pessoa é noticia”, disse António Sousa Pereira.

Todas as notícias têm “rostos”.

“Todas as notícias têm “rostos”. Uma cidade é feita de “rostos”. Era importante colocar e dar “rostos” às escolas, às empresas, às associações. Cada rosto é um protagonista de cidadania e do fazer a Cidade.
“Uma cidade com rostos” ou “Damos rostos às cidades” – foram os lemas e são, ainda nos dias hoje, os nossos lemas.
O logótipo foi criado tendo essa mesma ideia central – um perfil, um rosto, os muitos rostos que todos nós somos.
Quanto à cor o azul era aquela que sentíamos mais perto das cores da natureza - do mar, do céu, do fluir…do voar!”, acrescentou

20 anos de paixão

“E tem sido assim, durante mais de 20 anos, com paixão e amor, trabalhando para fazer um jornalismo diferenciador.
Na época a cidade tinha mais dois jornais – Jornal do Barreiro e Voz do Barreiro. Pouco tempo depois surgiu um terceiro jornal local «Margem Sul», mais tarde o «Diário do Barreiro – on line». Existiam duas rádios locais. Tudo acabou.”, disse.

Uma fonte da memória

“O Rostos sempre manteve uma linha editorial forte, inquebrável – independência, liberdade e respeito pelas diferenças. Isso era e é complicado.
Uma coisa temos a certeza que o jornal «Rostos» em todo o seu acervo documental-editorial é uma fonte da memória, um pouco o que resta da nossa memória colectiva dos últimos 20 anos.”, salientou o Director do Jornal «Rostos».

Fazer um jornalismo – isento e independente

“E cá estamos. Hoje e aqui, neste Grupo Barreiro Camarro - Mais Negócio. Mento vivo esse sonho de manter viva uma micro empresa, que vai fazendo noticia e continua a abrir portas para receber estudantes nos seus tempos de estágios.
É difícil manter um projecto de imprensa. É difícil, mas não é impossível.
. É nisto que vamos continuar a apostar. E estar aqui, no Grupo Barreiro – Camarro Mais Negócio é sentir uma energia renovadora, para continuar a fazer jornalismo e dar rostos à cidade.
Cá estamos, para servir, para dar e receber. Continuar a fazer um jornalismo - isento, independente, respeitador das diferenças e construindo pontes e afectos.”, afirmou.




18.11.2022 - 12:14

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