reportagem
Mário Durval na celebração dos seus 77 anos de vida
Divulgou o lançamento do seu livro de poemas «Entre a Voz e o Gesto»
No Restaurante Manuela Borges, realizou-se um encontro convívio, para celebrar os 77 anos de vida da Mário Durval, um homem que ao longo de décadas, na área da Saúde, tem servido o concelho do Barreiro, a região e o país, nomeadamente protagonizando o projecto das «Cidades dos Afectos».
“Tenho um prazer enorme de estar com os amigos, que acompanharam a minha vida, uns porque são da família, e não só, também são amigos, outros porque são só amigos, outros porque nos encontrámos no trabalho, outros porque nos encontramos nas lutas sociais, nas lutas políticas, enchem-me o coração cada vez que estou com eles.
São 77 anos e, aproveito hoje, ao contrário do que vocês estavam à espera, que eu ia trazer um poema – não trago. Foi falta de inspiração.
Mas, venho anunciar o lançamento do meu primeiro livro de poesia.”, com estas palavras, Mário Durval abriu o encontro- almoço de convivo de amigos, que no dia 8 de março, no Restaurante Manuela Borges, encheram uma sala, para conviver, assinalar e festejar os seus 77anos de vida.
Anunciou o livro “Entre a Voz e o Gesto – Poemas de trabalho e Luta”
Mário Durval, como referiu apresentou o seu primeiro livro de poesia – “Entre a Voz e o Gesto – Poemas de trabalho e Luta”, Volume I.
Divulgou a capa, saudou, agradeceu e apresentou o seu editor e conselheiro literário – Carlos Alberto Correia – “padrinho e grande amigo”, disse. De seguida, ofereceu a cada presente um imã, com a capa do livro.
Mário Durval sublinhou que os dois volumes que vão ser editados, incluem poemas desde os seus 16 anos até aos 76 – “os poemas representam um pouco a minha vida, e, o título “Entre a Voz e o Gesto”, contou com a colaboração do editor e da nossa amiga chamada IA. Mas quem escolheu, depois, fui eu. Entre a voz e o gesto tem um significado especial. Os poemas não só blá,blá, blá, significam ações, significam intervenção, significam estar no meio das pessoas, e, sobretudo defender os mais fracos”.
O primeiro volume é composto por três capítulos. O terceiro capítulo tem como tema – “Quadras com gente dentro”.
“Todo o livro é um hino às pessoas, é um hino ao povo. E até nas quadras, temos de meter pessoas lá dentro”, disse Mário Durval.
Como a salsa e o coentro,
aromatiza a comida,
as quadras com gente dentro,
apuram o sabor da vida.
Cantou-se a Grândola e viveu-se Abril
Ao longo do almoço, foram lidos poemas que vão integrar a obra de Mário Durval, quer por membros do Grupo do Teatro Projéctor, quer por membros de uma equipa dos serviços de Saúde e, naturalmente, pelo próprio autor.
Na festa cantou-se a “Grândola, Vila Morena” e, Manuela Borges, evocou canções de Zeca Afonso, num ambiente vivo e festivo, onde foi vivida de forma intensa a palavra amizade.
O primeiro livro de Mário Durval, será apresentado no próximo mês de Maio.
S.P.
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14.03.2026 - 13:06
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