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João Penalva e Rui Lopes Graça no Festival de Almada
QUINZE BAILARINOS E TEMPO INCERTO

João Penalva e Rui Lopes Graça no Festival de Almada<br />
QUINZE BAILARINOS E TEMPO INCERTOA peça procura estimular a relação individual do espectador com a presença em palco de quinze bailarinos associados temporariamente a um cenário, luz e som, mas sem o fio condutor de uma narrativa.

O penúltimo dia do Festival de Almada começa às 18h, na Esplanada da Escola D. António da Costa, com Juni Dahr, a actriz de Joana d’Arc, que estará presente no último Colóquio da Esplanada desta edição. O colóquio vai ser moderado pela crítica Eunice Azevedo. Às 20h, temos Música na Esplanada, com Deejay Booster; às 21h, em Cascais, no Teatro Municipal Mirita Casimiro, O sonho, de August Strindberg, com encenação de Carlos Avilez; às 21h30, pode ver quatro espectáculos: no Fórum Romeu Correia, País clandestino; no Seminário de São Paulo, Joana d’Arc; e no TMJB, na Sala Experimental, Se isto é um homem, de Primo Levi, e na Sala Principal, Quinze bailarinos e tempo incerto, de João Penalva e Rui Lopes Graça.

A peça procura estimular a relação individual do espectador com a presença em palco de quinze bailarinos associados temporariamente a um cenário, luz e som, mas sem o fio condutor de uma narrativa. Assim, será o espaço sonoro concebido por David Cunningham a induzir o espectador a percorrer múltiplos caminhos. O trabalho coreográfico confronta-o com os limites da sua imaginação mas também com a liberdade não convencional de poder escolher caminhos únicos que serão sempre validados pelas experiências e memórias individuais.

João Penalva (n. 1949) estudou dança com David Boswell e Anna Ivanova, no Teatro Nacional de São Carlos, formação que continuou na London School of Contemporary Dance. Nos anos 70, foi bailarino das companhias de Pina Bausch, Gerhard Bohner e Jean Pomares. Estudou também artes plásticas em Londres, vindo a representar Portugal na Bienal de Veneza (2001) e na Bienal de São Paulo (1996). A sua obra plástica foi já exibida em numerosos e importantes museus e galerias de arte contemporânea do Mundo.

Rui Lopes Graça (n. 1965) foi bolseiro da Escola do Ballet Gulbenkian e do Centro de Formação Profissional da Companhia Nacional de Bailado, cujo elenco integrou em 1985, tornando-se seu bailarino solista em 1996. Como coreógrafo, tem trabalhado com várias companhias, portuguesas e estrangeiras, e o seu trabalho tem sido apresentado em vários países.

QUINZE BAILARINOS E TEMPO INCERTO
De João Penalva e Rui Lopes Graça

DIRECÇÃO, CENÁRIO E FIGURINOS: João Penalva
COREOGRAFIA: Rui Lopes Graça
ESPAÇO SONORO: David Cunningham (com Zhuomin Chan e Michael Scot)
DESENHO DE LUZ: Nuno Meira
INTERPRETAÇÃO: Bailarinos da Companhia Nacional de Bailado

COMPANHIA NACIONAL DE BAILADO (Portugal)
Direcção artística: Sofia Campos

TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | SALA PRINCIPAL | M/6

17 JUL | QUA | 21H30
18 JUL | QUI | 19H

PREÇO: 15€

15.07.2019 - 00:05

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