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A Homenagem do Festival de Almada
Rui Mendes: uma personalidade que é uma referência para o teatro.

A Homenagem do Festival de Almada<br />
Rui Mendes: uma personalidade que é uma referência para o teatro. A Homenagem do Festival de Almada reconhece o seu inestimável contributo para o desenvolvimento de uma nova forma de estar no teatro, no cinema e na televisão. Uma participação desde sempre marcada por uma forte motivação cívica, o que faz de Rui Mendes um dos mais significativos servidores públicos das artes de palco em Portugal.

Todos os anos o Festival de Almada, homenageia uma personalidade que, pelo percurso da sua vida, seja uma referência para o teatro.

A Homenagem do Festival de Almada reconhece o seu inestimável contributo para o desenvolvimento de uma nova forma de estar no teatro, no cinema e na televisão. Uma participação desde sempre marcada por uma forte motivação cívica, o que faz de Rui Mendes um dos mais significativos servidores públicos das artes de palco em Portugal.

Rui Mendes foi, no espectáculo de abertura do Festival de Almada, agraciado por Sua Excelência o Presidente da República com a Comenda da Ordem do Mérito.

A Homenagem decorrerá, no dia 11 de Julho, às 21h, na Sala Principal do TMJB, exactamente antes do espectáculo Castro, de António Ferreira, com encenação de Nuno Cardoso, pelo Teatro Nacional São João.

Antes, às 18h, três espectáculos: O Mundo é redondo, pelo Teatro do Bairro; Uma solidão demasiado ruidosa, pelos Artistas Unidos, com sessão também às 22h: e Turma de 95, pelos Barba Azul, com sessão também às 22h.

Às 21h, além de Castro, no TMJB, há também no CCB, em Lisboa, o espectáculo da Companhia de Teatro de Almada, Viagem de Inverno, de Elfriede Jelinek, com encenação de Nuno Carinhas, que entra pela primeira vez em cena no Festival de Almada.

Às 21h30, By Heart, com texto e encenação de Tiago Rodrigues, pelo Teatro Nacional D. Maria II, pode ser visto na Academia Almadense.

Viagem de Inverno (Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, dias 11, 13 e 14, às 21h, e dia 12, às 16h) M/14 2h40
É a primeira vez que Nuno Carinhas dirige uma criação para a Companhia de Teatro de Almada: uma peça de Elfriede Jelinek que transporta uma memória significantemente histórica (na qual se destaca a sobrevivência da mentalidade fascista) mas também autobiográfica. O título faz referência ao ciclo de Schubert, sobre poemas de Wilhelm Müller, que a própria autora acompanhou com frequência ao piano. “Julgo que nenhuma obra de arte alguma vez significou mais para mim”, escreveu Jelinek sobre Winterreise no discurso de agradecimento pelo Prémio de Mülheim para Autores Dramáticos atribuído pelo texto Viagem de Inverno. Uma peça de teatro. Para além da revisitação que a autora faz de elementos da sua própria vida, o texto aborda episódios recentes da vida austríaca: a falência e resgate do banco Hypo Alpe Adria, ou o rapto de Natascha Kampusch, a menina de dez anos que foi mantida refém durante mais de oito anos.

DE Elfriede Jelinek ENCENAÇÃO Nuno Carinhas TRADUÇÃO António Sousa Ribeiro CENOGRAFIA E FIGURINOS Nuno Carinhas DESENHO DE LUZ Nuno Meira SOM Andreia Mendrico INTERPRETAÇÃO Ana Cris, Flávia Gusmão, Teresa Gafeira PARTICIPAÇÃO Sara Carinhas

Fonte - Companhia de Teatro de Almada

09.07.2020 - 23:32

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