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Almada - Hospital Garcia de Orta
Aumenta em mais 4 camas a sua capacidade em Cuidados Intensivos

Almada - Hospital Garcia de Orta <br />
Aumenta em mais 4 camas a sua capacidade em Cuidados Intensivos O hospital não exclui a possibilidade de vir a estabelecer protocolos com unidades privadas de saúde para a contratualização de camas de cuidados intensivos, em caso de necessidade adicional e uma vez esgotada a capacidade de articulação regional.

Com vista a aumentar a resposta à situação pandémica atual o tratamento a “doentes covid” e doentes “não covid”, o Hospital Garcia de Orta (HGO) abriu mais 4 camas de cuidados intensivos, o que faz crescer a capacidade de respostas de medicina intensiva para um total de 28 camas. Desse total de camas, 19 camas destinam-se ao tratamento de doentes positivos para a infeção por SARS-COV-2. As restantes camas destinam-se a doentes “não Covid.”

O hospital não exclui a possibilidade de vir a estabelecer protocolos com unidades privadas de saúde para a contratualização de camas de cuidados intensivos, em caso de necessidade adicional e uma vez esgotada a capacidade de articulação regional.

No dia 8 de janeiro de 2021, e no que respeita os internamentos de doentes positivos por infeção por SARS-COV-2, o HGO regista um total de 123 doentes, dos quais 105 doentes internados em enfermaria e 18 doentes em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI).

Nas últimas 8 semanas, o HGO tem mantido uma média diária de 90 a 100 camas destinadas a adultos positivos para a COVID-19, em enfermaria.

Ao longo dos últimos meses, o HGO tem sido alvo de uma “pressão” assistencial adicional e que se mantém elevada. No que concerne a situação pandémica, assiste-se no HGO a uma situação de plateau, considerando sempre um número elevado de casos, compatível com o máximo da nossa capacidade de resposta.
O HGO está no Nível III do seu Plano de Contingência. O Plano de Contingência do HGO previa inicialmente um total de 66 camas em enfermaria e 9 de cuidados intensivos, destinadas a doentes positivos para SARS-CoV-2.

O HGO tem sido um dos hospitais da Região de Lisboa e Vale do Tejo com mais doentes positivos para a Covid-19, internados em enfermaria;

Desde o início da pandemia, o Hospital tem vindo a adotar várias medidas para dar resposta e melhorar o acesso à prestação de cuidados, para doentes “Covid” e doentes “não Covid.”:

• No Serviço de Medicina Intensiva investiu na criação de seis (6) quartos individuais de pressão negativa que permitem uma gestão flexível, de acordo com as necessidades “Covid-19” e “não Covid-19”;

• A Unidade de Cirurgia de Ambulatório do HGO foi transformada em UCI, para dar resposta aos doentes infetados pelo SARS-Cov-2;

• Foram aumentados os recursos humanos da Unidade de Cuidados Intensivos;

• Foram efetuadas obras de melhoria, na ordem dos 400 mil euros, para aumentar a capacidade na UCI para “doentes Covid” e “não Covid”, como a criação de novos quartos de isolamento e o investimento, em mais de meio milhão de euros, em equipamento.

Apesar das limitações, tem sido o empenho e a dedicação de todos os profissionais que trabalham no HGO, o fator determinante para assegurar as soluções adequadas aos doentes que servimos.

09.01.2021 - 14:58

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