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Procissão Fluvial Nossa Sª da Atalaia - Montijo
A mais antiga e maior Procissão fluvial doTejo

Procissão Fluvial Nossa Sª da Atalaia - Montijo<br>
A mais antiga e maior Procissão fluvial doTejo<br>
. Dia 28 de Agosto - Moita, Seixal, Montijo e Lisboa unem-se em redor da procissão do círios

O Santuário a Nossa Senhora da Atalaia, foi fundado em 1623 e reedificado no Séc. XVIII, onde concorriam os círios mais importantes dos arredores de Lisboa e ainda concorrem alguns da margem sul do estuário.Não se sabe quando se estabeleceu a devoção.

Em 3 de Junho de 2007, decorridos mais de 500 anos, por iniciativa da Marinha do Tejo foi retomada a tradição que remonta a 1503. Agora, de dois em dois anos, o Círio da “Fundação da Senhora da Atalaia” deixa o seu oráculo no Santuário, atravessa o Tejo numa embarcação tradicional em procissão, desembarca em Lisboa, fica em vigília no Convento do Beato e regressa no dia seguinte a hora propícia da maré.

A poente da cidade do Montijo situa-se o santuário a Nossa Senhora da Atalaia, fundado em 1623 e reedificado no Séc. XVIII, onde concorriam os círios mais importantes dos arredores de Lisboa e ainda concorrem alguns da margem sul do estuário. Não se sabe quando se estabeleceu a devoção. No entanto, em 3 de Junho de 2007, decorridos mais de 500 anos, por iniciativa da Marinha do Tejo foi retomada uma tradição que remonta a 1503: de dois em dois anos, o Círio da “Fundação da Senhora da Atalaia” deixa o seu oráculo no Santuário, atravessa o Tejo numa embarcação tradicional em procissão, desembarca em Lisboa, fica em vigília no Convento do Beato e regressa no dia seguinte a hora propícia da maré.

O rio Tejo, no troço português, desde Vila Velha de Ródão até ao seu vasto estuário, foi sulcado ao longo dos séculos, ainda antes dos primórdios da nossa nacionalidade, por embarcações típicas de várias origens. Utilizadas em diversas actividades, a pesca e o transporte de pessoas e mercadorias entre margens, entre povoações, ou entre terra e os navios surtos no seu estuário, o quadro das embarcações típicas do Tejo foi sofrendo as modificações próprias da evolução técnica e das circunstâncias temporais. As embarcações do Tejo assumiram em diversas ocasiões da nossa História um papel relevante na defesa da independência nacional.

A Marinha do Tejo foi reencontrada no Séc. XXI pela dedicação de gente muito humilde organizada no Centro Náutico Moitense (CNM), na Associação Naval Sarilhense (ANS) e na Associação dos Proprietários e Arrais das Embarcações Típicas do Tejo (APAETT) que, com o apoio da Associação Náutica da Marina do Parque das Nações (ANMPN) e o reconhecimento da Sociedade de Geografia de Lisboa e da Academia de Marinha, viu o seu esforço consagrado em dois despachos do, ao tempo, Senhor Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, Dr. João Mira Gomes. E, hoje, a Marinha do Tejo constitui, de facto, um Pólo Vivo do Museu de Marinha.

Os que da Marinha do Tejo pretenderem associar-se à celebração do culto da Nossa Senhora da Atalaia proporcionando as condições para que no dia 28 de Agosto corrente os círios e imagens saídos em procissão fluvial da Marina do Parque das Nações (Círio e imagem do Convento de Chelas) e do cais da Moita (Círio e imagem da “Fundação”) se encontrem no canal do Montijo, rumando em conjunto ao cais das Faluas no Montijo, onde desembarcam seguindo a procissão em transporte rodoviário para o Santuário de Nossa Senhora da Atalaia. Terminada a celebração, os círios e as imagens respetivas regressam ao Convento de Chelas e à Moita em transporte rodoviário.

Quem pretender acompanhar os círios embarcado nos Varinos Alcatejo, que transporta o cirio da Fundacao a partir da Moita inscrevem-se no Centro Nautico Moitense (Sr. João Gregório(914348279)),e o círio de Chelas embarcado no Baía do Seixal fazem-no na igreja do Convento de Chelas(Sr.Major Marcello Borges(91820443). O número de pessoas nos varinos é limitado. Por isso inscreva-se rapidamente.

Todas outras embarcações são ben vindas, muito benvindas, para a que é a mais antiga e maior Procissão fluvial doTejo.

A Direcção da APAETT

Nossa Senhora da Atalaia
Procissão Fluvial
28 de Agosto 2011

Programa

Círio da Fundação do Centro Náutico Moitense (Moita)

14 h -Saída da Procissão do Centro Náutico Moitense para o Cais da Moita;
14,30h - Largada do Varino Alcatejo com o Círio da Fundação a bordo;
15 h -Encontro das Embarcações junto à torre do relógio da Base Aérea do Montijo;
15,30 h -Chegada ao Cais das Faluas do Montijo;
16 h -Embarque nos autocarros às 16:30 com destino ao Santuário;
16,30 h -Cerimónia no Santuário de Nossa Senhora da Atalaia;
17 h - regresso de Autocarro a Lisboa (P. Nações, Chelas e São Nicolau) e à Moita.

Círio de Chelas

13 h - Saída da Igreja do Convento de Chelas;
13, 30 h - Chegada à Marina do Parque das Nações e embarque do Círio;
14 h - Largada do Varino Baía do Seixal com Círio de Chelas a bordo;
14,30 h - Encontro das embarcações junto à torre do relógio da Base Aérea do Montijo;
15 h - Chegada ao Cais das Faluas do Montijo;
16 h - Embarque nos autocarros às 16:30 com destino ao Santuário;16 h -
17 h - Cerimónia no Santuário de Nossa Senhora da Atalaia;
19,30 h - regresso de Autocarro a Lisboa (P. das Nações, Chelas e São Nicolau) e à Moita.

Círio da Alfândega de Lisboa

12,45 h - Saída da Igreja da Conceição Velha às 12:45;
13,30 h - Chegada à Marina do Parque das Nações e embarque do Círio;
14 h - Largada do Bote Baía do Seixal com Círio da Alfândega a bordo;
15 h - Encontro das embarcações junto à torre do relógio da Base Aérea do Montijo;
16 h - Chegada ao Cais das Faluas do Montijo;
16,30 h - Embarque nos autocarros às 16:30 com destino ao Santuário;
17 h - Cerimónia no Santuário de Nossa Senhora da Atalaia;
19, 30 h - regresso de Autocarro a Lisboa (P. Nações, Chelas e São Nicolau) e à Moita.

24.8.2011 - 21:27

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