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Plano de Urbanização da Quimiparque abrange 500 hectares
“O Barreiro quer continuar a servir o país, o Barreiro quer ser um território que cria riqueza”

Plano de Urbanização da Quimiparque abrange 500 hectares<br>
“O Barreiro quer continuar a servir o país, o Barreiro quer ser um território que cria riqueza” “Quando começámos a trabalhar foi sobre uma área de 300 hectares, o território da Quimiparque” – referiu, Carlos Humberto, acrescentando que foi necessário tratar, o território da Quimiparque, em “articulação com a cidade”, e, sentiu-se a “necessidade de enquadrar o território ferroviário”.
Por essa razão, sublinhou o presidente da Câmara Municipal do Barreiro, a área que abrange o Estudo Prévio do Plano de Urbanização da Quimiparque e Zona Envolvente, abrange 500 hectares.

“Este território tem que contribuir para o desenvolvimento económico, tecnológica e para a criação de emprego” – sublinhou Carlos Humberto.

José Neto, Presidente do Conselho de Administração da Quimiparque, sublinhou a necessidade de “rasgar o território” e abri-lo à cidade – “o território é do Barreiro e o Barreiro está no território da Quimiparque”.

No Auditório Municipal Augusto Cabrita decorreu a Sessão de “Participação Pública” de Apresentação do Estudo Prévio da Quimiparque e Zona Envolvente.
Esta iniciativa contou com a participação de Augusto Mateus, pela empresa AM&A; Rolando Borges Martins, Presidente da PARQUEXPO; José Neto, Presidente da Quimiparque; Marco Aurélio, do Metro Sul do Tejo; Duarte Silva, da RAVE; Nuno Lourenço, da empresa RISCO; Fonseca Ferreira, Presidente da CCDR-LVT; Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, tendo sido moderadora do debate Sofia Martins, Vereadora da Câmara Municipal do Barreiro.
De referir que o Auditório Municipal Augusto Cabrita estava repleto de munícipes barreirenses, que acompanharam os trabalhos de forma atenta e no final colocaram diversas perguntas e comentários ao projecto.

Este é um momento em que está tudo em aberto

Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, começou por referir que esta iniciativa de apresentação do Plano de Urbanização da Quimiparque e zona envolvente, não era a fase final, “estamos na fase de estudo prévio” sublinhando que “este é um momento em que está tudo em aberto”.
“O que estamos a tratar não é só o presente do Barreiro, estamos a tratar do futuro do Barreiro, no próximo meio século” – referiu, recordando que este projecto tem para o Barreiro, nos dias de hoje, o mesmo significado que a chegada do comboio no século XIX.
Carlos Humberto apelou à participação de todos no debate, nesta fase de estudo prévio, que vai decorrer nos meses de Abril/ Maio, e divulgou que na Galeria Municipal do Barreiro, irá estar patente ao público uma exposição, com o objectivo de apresentar Estudo Prévio do Plano de Urbanização da Quimiparque e Zona Envolvente.

Modelo do Estudo Prévio “incorpora a visão estratégica”

O autarca recordou que o processo que conduziu à elaboração deste Plano de Urbanização, teve o seu início em Maio de 2006, com a assinatura de um Protocolo entre a Câmara Municipal e a Quimiparque, que resultou na apresentação do Plano Estratégico, em Fevereiro de 2008, seguindo-se a elaboração do Estudo Prévio do Plano de Urbanização, em Abril de 2008.
“Quando começámos a trabalhar foi sobre uma área de 300 hectares, o território da Quimiparque” – referiu, acrescentando que foi necessário, tratar o território da Quimiparque em “articulação com a cidade”, e, que sentiu-se a “necessidade de enquadrar o território ferroviário”.
Por essa razão, sublinhou o presidente da Câmara Municipal do Barreiro, a área que abrange o Estudo Prévio do Plano de Urbanização da Quimiparque e Zona Envolvente, abrange 500 hectares.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal do Barreiro o modelo que vai ser implementado, neste Estudo Prévio, “incorpora a visão estratégica”.
“Este território tem que contribuir para o desenvolvimento económico, tecnológica e para a criação de emprego” – sublinhou Carlos Humberto, acrescentando a necessidade de “integrar o território no concelho do Barreiro e estar aberto à cidade”.

O Barreiro quer continuar a servir o país

Na fase final da sua intervenção, o presidente da Câmara Municipal do Barreiro, sublinhou que “o Barreiro tem que ser uma terra para trabalhar e para viver” e, deu relevo ao papel que o Barreiro de centralidade que o Barreiro deve assumir no contexto da Área Metropolitana de Lisboa e no projecto do Arco Ribeirinho Sul.
“O Barreiro quer continuar a servir o país, o Barreiro quer ser um território que cria riqueza” – referiu Carlos Humberto, sublinhamdo o papel do concelho do Barreiro na concretização de uma “cidade de duas margens” e “cidade polinucleadas”.

Criação de “um Parque Empresarial de excelência”

José Neto, presidente do conselho de Administração da Quimiparque, recordou que existiu “uma ideia central, que definiu uma ambição, para a empresa e para o território” que teve por referência a criação de “um Parque Empresarial de excelência”.
Por outro lado, salientou que a Quimiparque tem como objectivo, para o seu território, tem como objectivo que os projectos que possam ser implementados sejam com base “num plano autpsustentável”.
José Neto, referiu que outra ideia que motiva a empresa é “guardar a memória do território, desde a criação da CUF até à Quimiparque”.
Na sua intervenção referiu que o Plano de um “trabalho notável das equipas técnicas, apresenta soluções para o nosso território”, mas salientou que a concretização do Plano será “ao longo de muitos anos”.

Magnífica ligação que tem existido entre a empresa e a autarquia

José Neto, sublinhou a necessidade de “rasgar o território e abri-lo à cidade – “o território é do Barreiro e o Barreiro está no território da Quimiparque”.
“O trabalho apresentado é possível graças à magnífica ligação que tem existido entre a empresa e a autarquia” – referiu José Neto, agradecendo todo o empenhamento do presidente da Câmara e sua equipa no desenvolvimento do trabalho.
“Eu não penso a mesma coisa que o presidente Carlos Humberto. Sei que ele pensa. Eu penso” – disse, comentando, desta forma a boa cooperação que existiu na troca de ideias e cooperação entre a autarquia e a Quimiparque.
A finalizar referiu José Neto a importância da Terceira Travessia do Tejo, como “uma oportunidade ou uma ameaça” que já foi equacionada na elaboração do Estudo Prévio, recordando, igualmente, o significado positivo da implementação do Projecto do Arco Ribeirinho Sul, como contributo para encontrar soluções e valorizar o território da Quimiparque, sublinhando que – “às vezes os Governos percebem as coisas”.

S. P.

5.4.2009 - 18:01

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