Santiago do Cacém - Reunião vai ter lugar no dia 20 de dezembro em AlmadaÁlvaro Beijinha leva situação «inaceitável e perigosa» da A26 à Estradas de Portugal

Por Jornal Rostos
Álvaro Beijinha recorda que “quando o Governo anunciou a suspensão das obras na A26 foi com o compromisso de que os troços Relvas - Sines e Santo André – Sines seriam concluídos. O segundo não está concluído, temos uma situação de limitação de velocidade de 50 km/h, com aqueles pinos no meio da via, que é uma situação que se arrasta há demasiado tempo”. A situação é ainda menos compreensível, na ótica do Presidente da CMSC, pelo facto de “aparentemente pouco faltar para a obra estar concluída. As pessoas não compreendem, nem a Câmara compreende como é que esta situação se arrasta há tanto tempo”.
Mas no que diz respeito à A26, esta não é a única situação que merece reparo de Álvaro Beijinha: “temos também todo o outro troço, de Relvas Verdes para norte, particularmente em Santiago e São Francisco, uma situação de todo inaceitável”. O autarca sublinha “o estado em que a estrada se encontra, fruto das obras inacabadas, que gera situações de muito perigo que nos devem preocupar a todos”.
A Câmara Municipal de Santiago do Cacém já manifestou por várias vezes esta preocupação, tendo inclusive recebido uma Comissão Parlamentar, a convite da autarquia, com um conjunto de deputados dos vários partidos, que tiveram oportunidade de ver o estado em que a obra estava e de discutir este tema. Contudo, Álvaro Beijinha lamenta que “desde essa data nada mais aconteceu, foram efetuadas algumas pequenas correções, mas a questão principal continua por resolver”.
O Presidente da CMSC não se conforma com a situação e assegura que “aquilo que vai ser transmitido à EP é, por um lado, esta nossa preocupação sobre o que está previsto ser feito, que terá de resultar em medidas a curto prazo”, e promete “uma postura de reivindicação para que as obras sejam reatadas o mais rapidamente possível, em particular a situação Santo André – Sines, que parece ser a mais fácil de resolver neste momento”. As reivindicações não se vão ficar pela A26 e “relativamente ao resto do município há um conjunto de situações que também urgem ser resolvidas e vamos abordá-las”.
Fonte - CMSC













