Barreiro - Nota do DiaTertúlias Augusto Cabrita - Um oásis de saber e liberdade
articipei ontem, ao fim da tarde, numa sessão da Tertúlia Augusto Cabrita, que decorreu no Auditório da ESAC.Foi convidado o escritor Francisco Moita Flores que, de forma serena, elegante e brilhante, proporcionou um excelente encontro com a vida, a obra e o pensamento de Antero Quental..

Por Jornal Rostos
O homem e a época, em Portugal e na Europa. O homem poeta. O homem filósofo. O homem espiritual, que tinha Francisco de Assis, uma inspiração. A natureza.
Curiosamente, hoje, dia 3 de outubro de 2026, passam 800 anos da morte de S. Francisco de Assis, que encontrou o sentido do divino na natureza, na palavra Amor e no respeito pela dignidade da vida.
Obrigado Moita Flores, pela lição de história, pela forma delicada e nobre, como utiliza a linguagem, a comunicação com sapiência.
Obrigado pela partilha de conhecimento.
E, naturalmente, obrigado à Tertúlia Augusto Cabrita, por ser um oasis de liberdade e saber, para a comunidade educativa e para a comunidade barreirense. Quando sai, pensei...a vida é mesmo uma aprendizagem permanente.
Na rua, recordei o meu amigo António José Ferreira, uma apaixonado de Antero que, deve estar por lá, sentado num banco de jardim, divertir-se como o poeta e com o filósofo, que ele amava.
Ah, é verdade, hoje, pela manhã, deliciei-me a reler a obra «Causas da Decadência dos povos peninsulares nos últimos três anos», discurso de Antero Quental, nas Conferências do Casino Lisbonense, em 27 de Maio de 1871. E maravilhoso Prefácio de Eduardo Lourenço,
Que actuallidade!
António Sousa Pereira













