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Colunistas

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SOAUTO

Por Carlos Alberto CorreiaO sorriso do lobo
Barreiro

Diz-se que a história não se repete. Aceito a verdade desta afirmação com alguma reserva. É certo que, sob a lupa hermenêutica do historiador, tal poderá ser exato. No entanto, se atendermos aos efeitos que as mudanças históricas produzem sobre as sociedades e as pessoas, o panorama pode ser diferente.

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Senergia

Por António Matias LopesA ponte e o silêncio
Barreiro

Na mesma semana, o Presidente da Câmara do Barreiro mostrou-nos as suas duas faces. A 21 de Setembro, na Casa da Cidadania Caboz Gonçalves, abriu o primeiro dos cinco «Encontros com a Região» com que a Comunidade Intermunicipal da Península de Setúbal, a que preside, pretende recolher contributos para o Plano Estratégico 2028–2034. No dia seguinte, o Rostos publicou a entrevista em que Frederico Rosa comenta a distinção Rosto do Ano. Vale a pena lê-las juntas, porque uma explica o que falta na outra.

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Por António Matias LopesA quem pertence a pergunta sobre o desemprego no Barreiro?

Há uma pergunta que me chega com uma regularidade que já deixou de ser coincidência: o que fazer ao desemprego no Barreiro? Fazem-ma como quem pede a um médico um diagnóstico à distância, na expectativa de que a experiência internacional em regeneração urbana e a proximidade a este território me tenham dado, nalgum momento, uma resposta que ninguém, nestes últimos nove anos, foi capaz de dar.

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Cribb

Por Nuno Cavaco MoitaA Direita Empobrece. A Extrema-direita Embrutece.

A direita aborda os problemas da sociedade de forna simples. Para desafios diferentes, apresenta quase sempre a mesma resposta. Na saúde, defende a privatização. Na educação, aponta para a privatização. Na habitação, entrega a solução ao mercado. Nos salários, pede contenção e prudência para não perturbar os interesses económicos. Dizem que não é ideológico.

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CEA

Há nomes e... nomesPor Jorge Fagundes
Barreiro

Há pouco estava numa esplanada aqui na Avenida Alfredo da Silva e perto do Largo da Amizade quando chegou um casal a perguntar onde era o Fórum Barreiro. Foi informado que era ali em frente mas com um novo nome: Barra Shopping.
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FID Seguros

Défice de atenção: distraídos?Por Vera Silva
Barreiro

Todos, mas todos teremos um défice de atenção e alguma hiperatividade. Com os inúmeros estímulos a que estamos sujeitos socialmente, ecrãs, sons, ruído visual, entre tantos outros acabamos por esquecer o essencial. Mesmo a agenda que tentamos cumprir, esquecemo-nos onde está, se não estiver no telemóvel. Cada um acaba por estabelecer as suas estratégias para evitar a distração. E são essas estratégias que nos salvam muitas das vezes.
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Justavenda

A Armadilha de TucídidesPor Carlos Alberto Correia
Barreiro

A «Armadilha de Tucídides» é um conceito, com forte valor explicativo, que ganhou enorme projeção nas últimas décadas, sobretudo nos meios académicos, diplomáticos e militares. Descreve o perigo de guerra entre uma potência dominante e outra em ascensão.

O Número Emprestado - quando a aritmética substitui a análisePor António Matias Lopes
Barreiro

Há uma diferença importante entre apresentar um número verdadeiro e demonstrar uma conclusão verdadeira. Essa diferença merece ser recordada a propósito do artigo recentemente publicado pelo vice-presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Rui Braga, sobre o programa público de habitação a custos acessíveis e os riscos financeiros associados à sua execução.
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AAP Palmeiras

A cidade ficou inteligente. Mas para quem?Por António Matias Lopes
Barreiro

. Da Ásia à Europa, o paradoxo das cidades que concentram riqueza, tecnologia e talento enquanto tornam cada vez mais difícil, simplesmente, viver nelas. Há um certo conforto retórico em falar de cidades inteligentes. O vocabulário é limpo, tecnicamente sedutor, quase imune à contestação: sensores, plataformas de gestão urbana, semáforos adaptativos, redes de dados, eficiência energética, indicadores ESG, sigla que retomarei adiante, mas que desde já esclareço designar os critérios Ambientais, Sociais e de Governação (Environmental, Social and Governance).

A cadeira vazia: os preparativos de sucessão de Frederico RosaPor António Matias Lopes.
Barreiro

Há um género de política que não se faz em comícios nem em debates, mas em antecâmaras. Faz-se com fotografias de obras a meio, com inaugurações estrategicamente calendarizadas, com silêncios cuidadosamente distribuídos entre quem fica e quem há-de vir. É esse género que hoje se pratica no Barreiro, e é dele que quero falar, não do aeroporto, não da Terceira Travessia, não da CIM, mas de uma cadeira: a do próximo Presidente da Câmara.
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Olga Naia

Barreiro: a cidade que espera, enquanto o tempo dos seus filhos se esgotaPor António Matias Lopes
Barreiro

Há cidades que se perdem porque ninguém as ama. O Barreiro não é uma delas. É, pelo contrário, uma cidade extraordinariamente amada e é exactamente por isso que o seu actual estado de suspensão dói tanto a quem a conhece por dentro. Escrevo esta crónica como filho adoptivo desta terra, criado desde os sete meses de idade numa família operária ligada à CUF, e mais tarde eu próprio trabalhador da Quimigal.
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Sodisul

Barreiro: por uma matriz teórica de avaliação e implementação para a regeneração urbanaPor António Matias Lopes

Escreve-se muito sobre o Barreiro a partir do inventário, o que a cidade teve, o que perdeu, o que falta. É um exercício necessário, mas insuficiente. O que proponho neste artigo é outra coisa: construir, com rigor, uma base teórica de análise que permita compreender porque é que o Barreiro chegou a este ponto de erosão da sua centralidade, e que ofereça, a partir dessa compreensão, uma matriz de avaliação e de implementação aplicável à acção concreta, autárquica, empresarial e comunitária.

Terrenos, números e silêncios: o que se está mesmo a decidir na Margem SulPor António Matias Lopes
Barreiro

Enquanto o Barreiro discute travessias que ainda não têm data, há um outro tabuleiro a mexer-se em silêncio, mais perto de casa: o dos próprios terrenos industriais que, desde 2008, prometem ser o motor da requalificação de toda a Margem Sul. E aí a diferença entre concelhos já não é só a rede de contactos em Lisboa, é o que cada um está a construir dentro de portas.
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Quase cem mil razões para desconfiarPor António Matias Lopes
Barreiro

Há uma forma de fazer política que não precisa de mentir com descaramento para enganar. Basta escolher o número errado, vesti-lo de autoridade estatística, e atirá-lo para a praça pública antes que alguém tenha tempo de o verificar. Foi isso que o vice-presidente da Câmara Municipal do Barreiro fez esta semana, ao proclamar que o concelho está "quase" nos cem mil habitantes, como se essa cifra bastasse, sozinha, para calar quem lhe aponta a ausência de estratégia.
DAMOS ROSTOS ÀS CIDADES

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