Câmara Municipal do Seixal decidenão vender a sua participação na AMARSUL

Por Jornal Rostos
Tendo como objetivo a privatização do setor dos resíduos sólidos urbanos, o Governo não permitiu a aquisição da maioria do capital destas empresas pelas Autarquias, preferindo vender em bloco a EGF, empresa do Estado que detém a maioria das acções nos 11 sistemas a nível nacional, onde se integra a AMARSUL.
Este artifício antidemocrático e penalizador do património público, não serve as populações, o ambiente e o serviço público, tendo como único objectivo encaixar alguns milhões de euros e entregar a privados um serviço público essencial que passa a ser um negócio. A Autarquia do Seixal solicitou o agendamento de uma Assembleia de Accionistas da AMARSUL para propor um aumento de capital da empresa que permita garantir que os 9 municípios assumam a gestão desta empresa, mantendo-a na esfera pública.
O Município do Seixal e os seus órgãos autárquicos não se conformam nem aceitam que se tratem os seus munícipes como estranhos num processo que lhes pertence, nesse sentido reiteraram a expressão do mais veemente repúdio pelo processo de privatização da participação do Estado no capital social da AMARSUL, S.A., e que irão prosseguir, por todos os meios ao seu alcance, legais e estatutários, a defesa intransigente do serviço público, que constitui o objeto da AMARSUL, S.A.
Fonte - CMS













