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Bastidores

Sobrepopulação de gatos nos estaleiros da Mitrena em SetúbalColaboração dos serviços municipais na implementação de programa de controlo dos felídeos

A Câmara Municipal de Setúbal aprovou ontem, em reunião pública, a celebração de um protocolo de colaboração com três entidades que visa o controlo da sobrepopulação de gatos no estaleiro da Lisnave, na área industrial da Mitrena.

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Sobrepopulação de gatos nos estaleiros da Mitrena em Setúbal Colaboração dos serviços municipais na implementação de programa de controlo dos felídeos

Por Jornal Rostos

O protocolo a celebrar com a Lisnave – Estaleiros Navais, S.A. e os seus parceiros Tico & Teco – Associação de Luta e Prevenção Contra o Abandono Animal e Multipet – Indústria e Comércio, Lda. regula as condições de recolhida dos felídeos existentes naquela zona, bem como os aspetos relacionados com esterilização, alimentação e prestação de cuidados de saúde.

A iniciativa resulta de uma preocupação manifestada pela Lisnave à autarquia relativamente à existência de uma sobrepopulação de gatos nos estaleiros da Mitrena, tendo em conta os riscos associados à presença em locais onde podem causar acidentes.

Nesse sentido, a empresa solicitou a colaboração dos serviços municipais na implementação de um programa de controlo populacional dos felídeos, através da captura, esterilização e devolução dos mesmos.

No âmbito do protocolo, a autarquia procede à captura dos gatos existentes nos estaleiros da Mitrena, cabendo à Lisnave suportar os custos financeiros de toda a operação.

A empresa paga uma verba de 150 euros à Tico & Teco para a compra de caixas de transportes que são depois entregues no Canil Municipal de Setúbal, bem como efetua o pagamento de 6510,40 euros acrescidos de IVA à Multipet, que procede à vedação antifuga, essencial para a segurança dos gatos.

A Lisnave paga ainda à Tico & Teco um montante de 50 euros por cada felídeo transportado para as instalações da associação, onde é garantida esterilização, alimentação e prestação de cuidados de saúde aos animais.

O protocolo tem a duração máxima de dois anos a contar da data de início da retirada dos gatos até à captura de todos os animais.

Fonte CMS

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