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Bastidores

Excluindo os serviços de âmbito municipal do Barreiro, Cascais e LisboaApresentadas sete propostas para o serviço de transporte rodoviário na área metropolitana de Lisboa
. Dois na Península de Setúbal

Terminou ao final do dia de ontem o prazo para apresentação de candidaturas ao concurso público, promovido pela AML, para aquisição do serviço público de transporte rodoviário de passageiros na área metropolitana de Lisboa.

No total, para os quatro lotes, dois na margem Norte e dois na Península de Setúbal, foram apresentadas sete propostas, contemplando todos os lotes.

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Excluindo os serviços de âmbito municipal do Barreiro, Cascais e Lisboa Apresentadas sete propostas para o serviço de transporte rodoviário na área metropolitana de Lisboa . Dois na Península de Setúbal

Por Jornal Rostos

O júri irá agora verificar a conformidade das candidaturas com as exigências do concurso, e demais obrigações legais, e apurar o vencedor de cada um dos lotes.

Recorde-se que a AML lançou, em fevereiro último, o concurso para o serviço de transporte rodoviário de passageiros na área metropolitana (excluindo os serviços de âmbito municipal do Barreiro, Cascais e Lisboa), tendo estabelecido quatro lotes, para uma rede que, no seu conjunto, passará a fazer 88,46 milhões vkm*ano (veículo/quilómetro/ano), correspondendo a um aumento de cerca de 40% dos serviços de transporte rodoviário, face ao que existia antes da situação pandémica.

A apresentação das propostas encerra, deste modo, uma etapa fundamental no processo, que a AML conduz, com vista ao reforço do serviço de transporte de passageiros e à sua qualificação, desde logo, com uma significativa renovação da frota e níveis superiores de serviços tecnológicos de informação ao público e entretenimento a bordo.

Este concurso decorre a par com a redução significativa do preço dos transportes implementada em 2019 com o novo sistema tarifário Navegante, e com a implementação de uma plataforma tecnológica de serviços e sistemas inteligentes de transportes, numa estratégia que, no seu conjunto, deverá promover a qualidade de vida na área metropolitana de Lisboa e uma alteração da repartição modal a favor dos transportes públicos e da mobilidade sustentável.

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