Seixal - Protocolos com entidades ligadas à área da saúde mental e deficiênciaAutarquia apoia saúde mental e deficiência através da horticultura terapêutica

Por Jornal Rostos
As entidades abrangidas são a Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados do Seixal e Almada, o Hospital Garcia de Orta – Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo / Agrupamento de Centros de Saúde Almada-Seixal.
Estes protocolos vêm formalizar as parcerias, num caminho iniciado em 2016, altura em que a Câmara Municipal do Seixal integrou a Comissão Organizadora do 1.º Colóquio Nacional de Horticultura Social e Terapêutica. Mais recentemente, participou na segunda edição sobre este tema (2.º Colóquio Nacional de Horticultura Social e Terapêutica), que decorreu em março, em que oportunamente testemunhou a importância da horta como ferramenta de terapia ocupacional para a melhoria do bem-estar físico, mental e social dos utentes destas instituições e da população em geral, fazendo jus ao lema do colóquio, «A Horticultura Muda Vidas».
Paulo Silva, presidente da Câmara Municipal do Seixal, afirma que «estas atividades visam a melhoria do bem-estar físico e psicológico destas pessoas, através do contacto com os ciclos naturais, da informação quanto à proveniência dos alimentos e da sensibilização para a importância de uma alimentação saudável e sustentável. Além dos benefícios para a saúde, as tarefas de horticultura permitem o desenvolvimento de habilidades como a coordenação motora, a motricidade fina, a construção de autoestima e confiança, no âmbito das competências adquiridas. Pretende-se que os beneficiários conquistem, através de rotinas diárias saudáveis e trabalho em grupo/equipa, a reabilitação psicossocial e a integração social».
Saliente-se que a Rede de Hortas Urbanas do Município do Seixal disponibiliza parcelas de terreno para o cultivo de hortas de várias tipologias (social, recreativa, pedagógica e terapêutica), cujos objetivos passam por fomentar estilos de vida sustentáveis, melhorar a qualidade de vida dos munícipes, promover a qualidade ambiental, apoiar a população mais carenciada, contribuir para a educação e sensibilização nas esferas da sustentabilidade e da saúde e, ainda, contribuir para o bem-estar físico, psicológico e social dos utentes.













