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Bastidores

Carlos Humberto, Presidente da Junta Metropolitana de LisboaAutoridade Metropolitana de Transportes não se conhecem desenvolvimentos

. Mais competências e mais meios para a AML

Em entrevista editada no site da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, na sua qualidade de Presidente da Junta Metropolitana de Lisboa, refere que “de um conjunto de questões que consideramos estratégicas, a dimensão dos problemas de carácter social, existentes nesta grande região, têm que merecer, naturalmente, da Junta Metropolitana, uma grande atenção, falo em concreto das situações de desemprego, da falta de habitação, da marginalidade, dos sem-abrigo e da pobreza.”

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Carlos Humberto, Presidente da Junta Metropolitana de Lisboa Autoridade Metropolitana de Transportes não se conhecem desenvolvimentos

Por Jornal Rostos

Carlos Humberto, salienta nesta entrevista que pretende “servir a população do meu Concelho, e representar, com igual empenho, esta grande região de 18 municípios que é a Área Metropolitana de Lisboa.”
No exercício do seu cargo de Presidente da Junta Metropolitana de Lisboa, Carlos Humberto, salienta que “de um conjunto de questões que consideramos estratégicas, a dimensão dos problemas de carácter social, existentes nesta grande região, têm que merecer, naturalmente, da Junta Metropolitana, uma grande atenção, falo em concreto das situações de desemprego, da falta de habitação, da marginalidade, dos sem-abrigo e da pobreza.”

A importância da Autoridade Metropolitana de Transportes

Por outro lado refere que - “Os transportes e as acessibilidades, são questões marcantes. Em particular posso referir que os grandes projectos como a Ponte Barreiro-Chelas, a ‘Alta Velocidade’ e o novo Aeroporto são áreas estratégicas para onde podemos canalizar a nossa actuação.”
Neste contexto considera que a ‘Autoridade Metropolitana de Transportes’ - “É um assunto de grande importância mas do qual não se conhecem desenvolvimentos recentes”.

O Tejo é mais do que um elemento de ligação

O Presidente da Junta Metropolitana de Lisboa salienta ainda a importância do Rio Tejo – “um Rio, que é o Tejo, que não a divide mas que a une. Consideramos que estamos a construir e queremos consolidar uma cidade de duas margens. O Tejo, mais do que um elemento de ligação, é uma grande ponte de união entre essas duas margens, daí a necessidade do ponto de vista lúdico, recreativo, desportivo, mas também económico, de valorizar o Rio, aproximando as suas margens ao Rio e subsequentemente uma margem à outra.”

Mais competências e mais meios para a AML

Carlos Humberto, nesta entrevista, perspectiva - “A concretização do PROT nas suas grandes medidas e o suporte financeiro para se poderem concretizar essas grandes medidas, é outra questão essencial e determinante.”
E, também, salienta que - “Consideramos que a AML, para cumprir os seus objectivos, precisa de ter mais competências e mais meios, e precisa de passar a ser um Órgão, Metropolitano com eleição directa dos seus membros. Achamos que isto é uma questão central e que a AML só terá condições para exercer cabalmente as suas responsabilidades e aquilo que os cidadãos esperam, após uma eleição directa dos seus órgãos, e o alargamento de competências”.
A finalizar, o Presidente da Junta Metropolitana de Lisboa, considera que é “indispensável cooperação dos restantes municípios”.

Ver

http://www.cm-barreiro.pt/index.asp

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