Assembleia Municipal do BarreiroReprovados os documentos de Prestação de Contas da Câmara Municipal do Barreiro do ano 2005
O PS votou favoravelmente.

Por Jornal Rostos
A Assembleia Municipal do Barreiro concluiu, ontem à noite, a sua ordem de trabalhos com a apreciação dos documentos relativos á Prestação Contas da Câmara Municipal do Barreiro do ano 2005.
Contas são correctas e rigorosas
António João Sardinha, PS, referiu em declaração de voto, que o voto favorável do Partido Socialista tinha como base o facto de o documento estar “bem executado, com conteúdo verdadeiro”.
Na sua opinião as contas “são correctas e rigorosas e estão em condições de ser aprovadas”.
Sublinhou que fazer declarações de voto politico “è estar fora do contexto de análise” e manifestou a sua tristeza pelo sentido de voto expresso na Assembleia Municipal.
Situações de despesas não cabimentadas
Miguel Amado, PSD, em declaração de voto, sublinhou que apesar do documento “cumprir os formalismos legais” o PSD votou contra por existirem situações de “despesas não cabimentadas” e desvirtuamentos do Orçamento situações que são contrárias ao designado na legislação, razões que motivaram os sociais democratas a votar contra.
Não somos um órgão de revisão de contas
Rui Ferrugem, PCP/CDU, na sua declaração de voto, referiu que o sentido de voto contra tem por base a avaliação politica dos documentos, que a Assembleia tem que assumir porque “nós não somos um órgão técnicos”, embora sublinhando que todos os aspectos técnicos do documento estão correctos.
“Somos um órgão politico” referiu Rui Ferrugem, “não somos um órgão de revisão de contas”.
O “Inventário de todos os bens, direitos e obrigações patrimoniais” foi aprovado por unanimidade.
“Os documentos de Prestação de Contas relativas ao ano de 2005 da Câmara Municipal do Barreiro” foi reprovado com os votos contra do PCP/CDU, PSD e BE. O PS votou favoravelmente.
Relatório ajuda a provar a realidade
No decorrer do debate, Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro referiu que “este é o Relatório que fazia falta ajuda a provar a realidade”, porque “mostra as dificuldades” e “explica o Orçamento de 2006”.
Sublinhou que os números demonstram que as receitas foram inferiores às despesas na ordem de 1 milhão de euros.













