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Bastidores

Carlos Humberto, Presidente da JM de LisboaDefende maior dotação do Fundo de Coesão e de Fundos Nacionais

Carlos Humberto, Presidente da Junta Metropolitana de Lisboa, defende que para compensar a perda de outros fundos comunitários, uma maior dotação do Fundo de Coesão e de fundos nacionais, admitindo a participação de autarquias e privados no esforço de investimento, segundo revela o jornal “Diário Digital”.

Refira-se queno âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), para o período 2007 - 2013, a região da AML vai ter 432 milhões de euros de fundos comunitários, deixando de estar incluída no chamado objectivo 1, o que significa que deixa de ser uma prioridade de investimento ao nível dos fundos comunitários.

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Carlos Humberto, Presidente da JM de Lisboa Defende maior dotação do Fundo de Coesão e de Fundos Nacionais

Por Jornal Rostos

Na opinião de Carlos Humberto, que falou à comunicação social, no final de uma reunião da Junta Metropolitana de Lisboa, seriam precisos «alguns orçamentos de Estado» para resolver os problemas estruturantes da região, que entre 2007 e 2013 vai receber menos fundos comunitários.
A reunião dos 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa teve por objectivo debater os principais domínios de investimento numa estratégia pensada até 2020, que incidem no Ambiente, qualificação das pessoas e inovação, tendo contado com a presença do Presidente da CDRLVT.
No âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), para o período 2007 - 2013, a região vai ter 432 milhões de euros de fundos comunitários, deixando de estar incluída no chamado objectivo 1, o que significa que deixa de ser uma prioridade de investimento ao nível dos fundos comunitários.
Neste contexto, o Presidente da Junta Metropolitana de Lisboa, salientou que para compensar a perda de outros fundos comunitários, o autarca defende uma maior dotação do Fundo de Coesão e de fundos nacionais, admitindo a participação de autarquias e privados no esforço de investimento.
«O Governo já decidiu que dos 432 milhões de euros, cerca de 60% serão do Fundo de Desenvolvimento Regional (FEDER) e o restante do Fundo Social Europeu, mas falta ainda definir programas e sub-programas. É esse trabalho que não está feito e que temos vindo a reivindicar junto da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo», salientou Carlos Humberto, de acordo com o Diário Digital.
«A estratégia que está a ser elaborada é para 2020, não é para o quadro comunitário, embora as medidas que aqui venham a ser decididas também se enquadrem no QREN», afirmou.
A Área Metropolitana de Lisboa é constituída por nove municípios a Sul do Tejo e nove a Norte: Alcochete, Almada, Amadora, Azambuja, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira.
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