No BarreiroBruno Vitorino acusa Amílcar Romano
“Faltou à verdade política” sobre o PER
Segundo Bruno Vitorino, se o processo de investimento no PER, na gestão socialista foi suspenso e se não foi feito investimento – “foi por outro motivo e não por não existir recurso ao crédito”.

Por Jornal Rostos
Bruno Vitorino, vereador eleito pelo PSD, na última reunião da Câmara Municipal do Barreiro, no pontos antes da ordem dom dia, referiu que o Vereador Amílcar Romano, teceu comentários acerca do PER, tendo afirmado que o PER foi suspenso, na gestão do Partido Socialista, no mandato anterior, “por causa do financiamento e dos limites ao endividamento”.
Na opinião de Bruno Vitorino esta afirmação de Amílcar Romano “não corresponde à verdade”, sublinhando que acerca do acesso ao endividamento, no que diz respeito ao PER, no Orçamento de Estado, existia “uma cláusula de excepção” para obras em curso e também sobre investimentos no PER.
Segundo Bruno Vitorino, se o processo de investimento no PER, na gestão socialista foi suspenso e se não foi feito investimento – “foi por outro motivo e não por não existir recurso ao crédito”.
Não existiam condições de financiamento do PER
Amílcar Romano, salientou que sobre o PER, numa reunião que realizou com o Secretário de Estado, do governo PSD, foi referido que não existiam condições de financiamento do projecto do PER.
Referiu que foram resolvidos 35 casos de realojamento e que devido ao facto de o governo, ter referido, não existirem verbas, o projecto em curso teve que ser interrompido.
Amílcar Romano, salientou, igualmente, que foram efectuadas negociações com a Quimiparque, no sentido de ser cedida uma faixa de terreno, junto ao Barreiro das Palmeiras, que seria destinado a Habitação Social.
A finalizar, apelou ao Vereador Bruno Vitorino, para “não banalizar” a discussão sobre o PER.
Amílcar Romano “faltou à verdade política”
Bruno Vitorino, de novo, salientou que na última reunião de Câmara, Amílcar Romano, afirmou que o processo do PER foi suspenso devido à “impossibilidade de recurso ao endividamento”, e, se desconhece que no Orçamento de Estado, existia uma cláusula de exclusão, que é de Lei, como responsável que era pelo Pelouro que acompanhava os assuntos do PER, então “faltou à verdade política”.
Bruno Vitorino, sublinhou que nem pretendia fazer “balanço do mandato anterior em relação a matérias de assuntos sociais”.
Governo PSD não viabilizou verbas para o PER
Emídio Xavier, sobre o PER, salientou que Bruno Vitorino diz bem “que está na Lei”, mas o apoio da parte do Estado não era confirmado, dado que o Secretário de Estado do governo PSD, em reunião com a Câmara Municipal do Barreiro, afirmou que “essa parte não seria viável”.
Neste contexto recordou que foi o Governo PSD que “fez o primeiro grande estrangulamento ao Poder Local”.
Candidaturas aprovadas têm verbas cativas
Bruno Vitorino, salientou que deveria ter sido consultada a legislação, porque, quando as candidaturas do PER estão aprovadas, “as verbas ficam cativas para o cumprimento”, nesse sentido, referiu “é impossível que o Secretário de Estado tenha dito isso”.
Recordou o autarca social democrata, que a candidatura do PER, é 40% a fundo perdido, 40 % financiamento e 20 % de fundos autárquicos.
Repondo a sua ideia inicial que se não existiram investimentos no PER, foram outras razões e não o acesso ao endividamento.













