Presidente da Câmara de SetúbalConstituída arguida no processo das Reformas compulsivas
Segundo noticia da Lusa/RTP a presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, foi constituída arguida no âmbito do processo de “Reformas” compulsivas que envolve algumas dezenas de funcionários da autarquia

Por Jornal Rostos
"Já prestei declarações na Polícia Judiciária e já fui constituída arguida", disse ontem à Lusa, Maria das Dores Meira, adiantando que todos os vereadores em exercício na altura em que foram aprovadas as reformas compulsivas, os cerca de 60 trabalhadores que beneficiaram das mesmas e duas juristas da autarquia, já foram, ou vão ser, ouvidos pela Polícia judiciária.
Maria das Dores Meira adianta a noticia da Lusa/RTP, salientou que, ao contrário do que a investigação à Câmara de Setúbal poderá sugerir, as reformas compulsivas aconteceram em todos os ministérios e em todos os municípios, de Norte e Sul do País, e não apenas na autarquia sadina.
"Acho que o processo é de uma injustiça e de uma insensatez que não tem tamanho", referiu a Presidente da Câmara Municipal de Setúbal, convicta de que houve municípios que tiveram maior número de número de processos idênticos, que culminaram com a reforma compulsiva dos trabalhadores visados.
Maria das Dores Meira adianta a noticia da Lusa/RTP, salientou que, ao contrário do que a investigação à Câmara de Setúbal poderá sugerir, as reformas compulsivas aconteceram em todos os ministérios e em todos os municípios, de Norte e Sul do País, e não apenas na autarquia sadina.
"Acho que o processo é de uma injustiça e de uma insensatez que não tem tamanho", referiu a Presidente da Câmara Municipal de Setúbal, convicta de que houve municípios que tiveram maior número de número de processos idênticos, que culminaram com a reforma compulsiva dos trabalhadores visados.













