Câmara de Setúbal salientaRelatório da IGAT não propõe dissolução da Câmara
A Câmara Municipal de Setúbal recebeu, um relatório da Inspecção-Geral da Administração do Território com as conclusões da investigação efectuada às penas de aposentação compulsiva aplicadas a funcionários da Autarquia, em 2005 e 2006, ao abrigo do Estatuto Disciplinar da Administração Pública.

Por Jornal Rostos
Refere a nota enviada para a nossa redacção que a Câmara Municipal tem, agora, 30 dias para se pronunciar sobre o documento e, por essa razão e porque não quer, de forma alguma, prejudicar as investigações, entende que não deve produzir qualquer comentário ao conteúdo do relatório.
“Não pode, contudo, a Autarquia deixar de corrigir a informação publicada num órgão de comunicação social, segundo a qual o relatório da IGAT apontava para a dissolução da Câmara, uma vez que o documento não propõe, em lado nenhum, tal solução” – sublinha a nota de imprensa, acrescentando que – “A Câmara Municipal de Setúbal lamenta, por outro lado, que, uma vez mais, se tenham registado fugas de informação no processo das aposentações compulsivas.”
Aberto um rigoroso inquérito a mais esta fuga de informação
A Autarquia, por outro lado, considera “da maior gravidade que o relatório tenha sido divulgado publicamente, por fontes que, certamente, terão interesses menos claros, no próprio dia em que foi remetido à CMS e ainda antes de a própria presidente da Câmara dele ter conhecimento.”
Neste contexto sublinha-se que a “Câmara Municipal vai solicitar à IGAT e à respectiva tutela governamental que seja aberto um rigoroso inquérito a mais esta fuga de informação, que classifica como totalmente desfasada do que deve ser o relacionamento sério entre organismos do Poder Central e as autarquias locais.”













