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Bastidores

Transportes Colectivos do BarreiroIntegram movimento que expressa existir “uma clara discriminação” dos Transportes Municipais

. Transportes Municipais receiam entrar em ruptura

. Exigem linha de crédito para renovação das frotas


Os transportes colectivos fora das áreas das cidades de Lisboa e Porto poderão ser obrigados a parar por dificuldades financeiras.
“O aviso é feito num ofício enviado à Secretária de Estado dos Transportes, Ana Vitorino, pelos operadores municipais de Aveiro, Braga, Bragança, Coimbra, Barreiro e Portalegre.” – segundo notícia divulgada pelo jornal “Noticias de Aveiro”.

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Transportes Colectivos do Barreiro Integram movimento que expressa existir “uma clara discriminação” dos Transportes Municipais

Por Jornal Rostos

Refere aquele órgão de informação que foi feito um pedido urgente de audiência até ao final de Julho, por parte dos Transportes Municipais, dado que existem preocupações.
No oficio enviado à Secretária de Estado dos Transportes, Ana Vitorino é sublinhado, pelos operadores, que olham a actual situação - “sob pena de atingirmos num futuro próximo uma situação de ruptura nestas entidades”, lê-se.
De acordo com o “Noticia de Aveiro” - a governante tarda em dar resposta a solicitações anteriores para as empresas em causa terem oportunidade de clarificar as suas pretensões,

Existe “uma clara discriminação” do Governo nos apoios financeiros

As autarquias é referido, queixam-se de existir “uma clara discriminação” do Governo nos apoios financeiros como contrapartida pela prestação de serviço público de transporte colectivo, enquanto a Carris (Lisboa) e os STCP (Porto) recebem por ano, respectivamente, cerca de 49 milhões de euros e 16 milhões de euros a título de indemnizações compensatórias.
Neste contexto, as autarquias com transportes municipais também desejam aceder a essas verbas “de forma proporcional à dimensão do serviço prestado”, à semelhança do que acontece na Grande Lisboa ou Grande Porto com diversos operadores (públicos e privados).
Segundo o “Noticias de Aveiro”, as verbas públicas são reclamadas como forma de compensar a exploração de “um serviço público de natureza deficitária que beneficia milhares de portugueses diariamente”, acrescentando na noticia que – “nesta altura, as Câmaras alegam não ter disponibilidade para suportar tal encargo durante mais tempo.”

Linha de crédito para renovação das frotas

È igualmente sublinhado pelo “Noticias de Aveiro” que uma das propostas dos operadores municipais passa pela criação de uma linha de investimento dedicada à renovação das frotas dos transportadores públicos, “de modo a atingir uma idade média de 8 anos em 2009”.
Salientando-se que – “o investimento é vital para melhorar as condições de prestação do serviço público, aproximando-os em termos de idade média às frotas dos operadores de Lisboa e Porto.”
Por outro lado é referido que – “o Governo conhece, desde Agosto de 2005, relatórios com as necessidades de investimento mas nunca avançou com a linha de crédito.”

TCB’s Barreiro integram o movimento

Segundo divulga o “Noticias de Aveiro” – “o movimento de operadores integra a MoveAveiro - Empresa Municipal de Mobilidade, os Serviços Municipalizados de Transportes Colectivos do Barreiro, a TUB/EM – Transportes Urbanos de Braga – Empresa Pública Municipal, os STUB - Serviço de Transportes Urbanos de Bragança, os SMTUC - Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra e Serviços Municipalizados de Águas e Transportes de Portalegre.”

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