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Bastidores

Alfredo Monteiro, Presidente da AMRS - SetúbalDireito à greve dos trabalhadores da VALORSUL é inquestionável

Os Municípios da Península de Setúbal a propósito da deposição de resíduos sólidos urbanos produzidos em Municípios do Distrito de Lisboa, em aterros sanitários cuja gestão está a cargo da empresa AMARSUL, referem, segundo o Presidente da AMRS que esta situação – “suscitou reservas e preocupações”.

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Alfredo Monteiro, Presidente da AMRS - Setúbal Direito à greve dos trabalhadores da VALORSUL é inquestionável

Por Jornal Rostos

O Presidente do Conselho Directivo da AMRS – Associação de Municípios da Região de Setúbal, Alfredo Monteiro, salienta que – “Os Municípios da Península de Setúbal face às declarações proferidas a propósito da deposição de resíduos sólidos urbanos produzidos em Municípios do Distrito de Lisboa, em aterros sanitários cuja gestão está a cargo da empresa AMARSUL, vêm com o objectivo de esclarecer a opinião pública” e neste contexto sublinha que – “reafirmamos que o direito dos trabalhadores à greve, neste caso dos trabalhadores da VALORSUL, é inquestionável e merece o nosso maior respeito”.

Impactos negativos para Região de Setúbal

Por outro lado, Alfredo Monteiro, acrescenta que – “a decisão da empresa AMARSUL, com autorização do Ministério do Ambiente, de aceitar a deposição dos referidos resíduos nos aterros por si geridos, suscitou reservas e preocupações tendo em conta o direito à greve e os impactos negativos para Região de Setúbal e para as suas populações.”
Por fim o Presidente da AMRS, salienta que – “importa ainda afirmar que não é aceitável a repetição deste tipo de opções dado que põe em causa, em qualquer circunstâncias a qualidade de funcionamento dos aterros sanitários e por consequência o serviço prestado aos Municípios que integram o Sistema Multimunicipal dos Resíduos Sólidos Urbanos.”

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