Saltar para o conteúdo
Bastidores

João Lobo, Presidente da CM MoitaUm ponto de chegada na mudança de mentalidades

“A Feira assume-se como um espaço de difusão sobre as capacidades das pessoas portadoras de deficiência junto da comunidade, que muitas vezes ignora ou desconhece essas capacidades, dando um importante contributo para a formação de cidadãos mais solidários.” – sublinhou João, no acto inaugural, cuja intervenção divulgamos integralmente.

4 min de leitura
João Lobo, Presidente da CM Moita Um ponto de chegada na mudança de mentalidades

Por Jornal Rostos

. 2ª edição da Feira das Capacidades.

“À semelhança da primeira edição, realizada em 2004, esta feira procura ser um espaço de partilha, de interacção e de aprendizagem entre diferentes agentes, transformando este Pavilhão Municipal de Exposições da Moita num espaço privilegiado de inovação, relativamente à acessibilidade e inclusão das pessoas com deficiência.
Um dos principais objectivos desta iniciativa é contribuir para a divulgação e sensibilização sobre a temática da deficiência, e também para a formação de cidadãos mais solidários e atentos para com todos aqueles que nos rodeiam.
A divulgação, informação, inovação, animação, exposição, acessibilidade e formação, são os sete eixos de intervenção principais desta Feira, que constitui um trabalho contínuo, ambicioso mas concretizável, de efectuação de uma politica de inclusão social.” – sublinhou João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita, na abertura da 2ª edição da Feira das Capacidades.

Luta pela integração da pessoa com deficiência

“Mas neste caminho de luta pela integração da pessoa com deficiência, felizmente, não estamos sozinhos e para a concretização deste evento, que começa a ser uma referência a nível nacional, voltamos a contar com o apoio fundamental de vários parceiros, a quem agradecemos o facto de se terem associado à Feira das Capacidades: a Cercimb, Federação Portuguesa de Desporto para Deficientes, Fundação PT, Instituto de Novas Tecnologias, Instituto Nacional para a Reabilitação, Rádio Televisão Portuguesa, Agência para a Sociedade e Conhecimento, Ano Europeu da Igualdade para Todos, Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico e Fundação para a Divulgação das Tecnologias da Informação.” – acrescentou o autarca.

Um espaço de difusão sobre as capacidades das pessoas portadoras de deficiência

“A Feira assume-se como um espaço de difusão sobre as capacidades das pessoas portadoras de deficiência junto da comunidade, que muitas vezes ignora ou desconhece essas capacidades, dando um importante contributo para a formação de cidadãos mais solidários.
Com o sucesso alcançado na primeira edição, que resultou de uma congregação de esforços e de um número elevado de parceiros, conseguimos levar a cabo a realização de diversas iniciativas, sensibilizando toda a comunidade para as capacidades e o trabalho desenvolvidos por pessoas com necessidades especiais.
Da programação prevista para os próximos dias permitam-me que destaque a apresentação do áudio - livro “Passageiros em trânsito: novos contos para viajar” de José Eduardo Agualusa, a inauguração da exposição de pintura “Magia das cores”, de Sara Livramento, a homenagem à selecção nacional de basquetebol de cadeira de rodas, o concurso Avós e Netos, o teatro, a música, o desporto, entre muitos outros momentos que vão ocorrer neste espaço.” – sublinhou João Lobo.

Exercício plenos de uma cidadania activa

“A Feira das Capacidades prima por ser um espaço de informação e apresentação de novos avanços relativos à inclusão social das pessoas com deficiência, nomeadamente os resultados alcançados através da investigação que podem melhorar a qualidade de vida destas pessoas e contribuir para a sua efectiva inclusão.
Assim, vamos ter diversos momentos dedicados às novas tecnologias de informação e comunicação, e à forma como estas se podem transformar em ferramentas essenciais para o dia-a-dia das pessoas portadoras de deficiência.
A integração e o exercício plenos de uma cidadania activa das pessoas com deficiência devem ser um objectivo colectivo e é, também, por ele que trabalhamos.” - referiu

Um ponto de chegada na mudança de mentalidades

“O nosso objectivo é participar na construção de bases sólidas que permitam uma melhor qualidade de vida a todas as pessoas, diminuindo assim as desigualdades sociais. Acreditamos que a Feira das Capacidades é um ponto de partida e não um ponto de chegada na mudança de mentalidades.” – sublinhou João Lobo, a finalizar na sua intervenção.

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção