Câmara Municipal de Setúbal solidáriaCom trabalhadores da Gestnave e da Erecta

Por Jornal Rostos
A Autarquia entende que a apreensão dos actuais 209 trabalhadores da Gestnave e Erecta “é justa” e que têm “razão na exigência de serem integrados nos quadros da Lisnave, conforme acordo celebrado e avalizado” pelo Estado em 1997.
O documento refere que, com o protocolo de acordo entre o Governo e o Grupo Mello, a Lisnave passou a designar-se Gestnave, seguindo-se a constituição de uma nova empresa operadora, a Lisnave.
Esse acordo iria assegurar a manutenção de 1339 postos de trabalho, sendo este número mantido através da admissão de novo pessoal para substituição das saídas por reforma.
A moção salienta que o que fora firmado no acordo “não aconteceu, restando apenas 288 trabalhadores, tendo as vagas sido substituídas por postos de trabalho precário”.
O texto aprovado ontem denuncia o “óbvio incumprimento do protocolo de acordo de 1997 por parte do Governo e da Lisnave, arrastando-se a situação até à presente data, agora com a ameaça governamental de um despedimento colectivo”.













