Transportes Colectivos do BarreiroPenalizados em 342 mil Euros por ano desde 1995
- Não recebem indemnização compensatória
No decorrer da reunião pública da Câmara Municipal do Barreiro que, ontem, decorreu na Quinta da Areia, em Coina, foi divulgado pelo Vereador Joaquim Matias que, após a conclusão do inquérito sobre passageiros que utilizam o Passe Intermodal, chegou-se à conclusão que os Serviços Municipalizados do Barreiro – Transportes Colectivos do Barreiro estão a receber menos 342 mil euros por ano, em relação ao que tinham direito.

Por Jornal Rostos
Joaquim Matias, salientou que o inquérito, agora realizado, veio confirmar “o que em 1995 tinha sido confirmado”, portanto, “que as receitas dos passes não estão a ser distribuídas de acordo com os passageiros que são transportados”.
Referiu o vereador Joaquim Matias que, durante estes 13 anos, os Transportes Colectivos do Barreiro receberam menos 342 mil euros por ano, de acordo com o que teriam direito a receber.
Transportes Colectivos do Barreiro recebem menos 32%
Sublinhou o autarca que os TCB – Transportes Colectivos do Barreiro estão a receber menos 32% das receitas que tinham direito por estarem integrados no passe intermodal.
Joaquim Matias salientou que o Metropolitano também recebe menos 45% e, por seu lado, a SOFLUSA também recebe menos do quer tem direito a receber.
Por seu turno, referiu o vereador Joaquim Matias, os TST e a Rodoviária Nacional estão a receber mais 60% daquilo que tinham direito a receber.
Dados reconhecidos por todos os operadores da Região de Lisboa
No entanto, o autarca recordou que a SOFLUSA e o Metropolitano, embora estando a receber menos verba do passe inter modal, essa falta é superada porque recebem indemnizações compensatórias.
“Nós nos Transportes Colectivos do Barreiro estamos a receber menos e não recebemos compensações” – sublinhou Joaquim Matias.
Na sua intervenção, referiu que os dados do inquérito, agora realizado, sobre os passageiros transportados no âmbito do passe intermodal – “são dados reconhecidos por todos os operadores da Região de Lisboa”.
“Ficamos a aguardar” – referiu Joaquim Matias, deixando no ar a pergunta : “E agora?”.
Esta informação do Vereador Joaquim Matias, sobre a situação dos TCB’s não mereceu qualquer comentário dos restantes vereadores.













