Câmara apresenta candidatura ao QRENPlano de Intervenção do Centro Histórico de Setúbal
O documento refere que dos “trabalhos necessários à concretização do Plano” constam “estudos específicos e analíticos através do levantamento das características locais, mediante a realização de inquéritos a espaços urbanos, a edifícios, a fogos habitacionais e a comércio e serviços, numa área total de 1.176.500 metros quadrados”.

Por Jornal Rostos
A proposta adianta que do “Plano fazem parte estudos específicos e complementares, os quais constituem medidas preventivas, prevendo-se implementar, numa primeira fase,” alguns deles.
De entre estes, constam 32 armários com “equipamentos de primeira intervenção” e de “protecção individual e sinalização”.
A instalação de cinco colunas informativas, com sistema sonoro de alarme, comunicação individual e transmissão colectiva, bem como de outras 21, estas “SOS – Ponto de Encontro” da “sinalética de emergência” está, também, prevista no Plano.
No campo da “sinalética de emergência”, a proposta salienta, ainda, a instalação de 250 “Sinais de Caminho de Fuga”.
A construção de uma plataforma de aterragem para helicópteros, de “forma a permitir uma mais rápida actuação no salvamento de pessoas no Centro Urbano Antigo” é outra das medidas a tomar.
A implantação de marcos de água – bem como a conservação dos já existentes e de bocas-de-incêndio – figura, igualmente, entre as medidas a adoptar. As bocas-de-incêndio desactivadas vão ser anuladas, reparando-se, porém, as estruturas de suporte.
A aquisição de um veículo ligeiro de combate a incêndios, de 20 aparelhos de comunicação individual, três megafones, igual número de tendas de emergência, tal como de duas uniões entre elas e de um par de botes de resgate é outro conjunto de medidas a tomar, de acordo com a proposta.
Num capítulo designado por “sistema de informação georeferenciado”, refere-se que é necessário adquirir vários equipamentos e programas de aplicação.













