Aprovada candidatura para valorização da zona ribeirinha da MoitaDa Caldeira da Moita à Praia do Rosário
O projecto, apresentado pelo Município da Moita e por um conjunto alargado de parceiros, para a “Consolidação da Valorização Integrada da Zona Ribeirinha – da Caldeira da Moita à Praia do Rosário”, foi aprovado pela Comissão Directiva do Programa Operacional Regional de Lisboa, no âmbito do concurso “Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana” para operações no domínio de “Programas Integrados de Valorização de Frentes Ribeirinhas e Marítimas”.

Por Jornal Rostos
O programa de acção do Município da Moita, que foi integralmente aprovado, visa uma intervenção na Caldeia da Moita, através da demolição parcial do dique, realização de dragagens e construção de uma nova estrutura a montante da actual, preservação paisagística e refuncionalização de marinhas, edificação de um pontão de apoio às actividades náuticas, percursos cicláveis e pedonais, acções de informação e sensibilização ambiental e cultural e salvaguarda das embarcações típicas de Tejo.
Maior aproximação e vivência do rio
Esta intervenção permitirá dar continuidade ao processo de valorização da zona ribeirinha encetado pelo Município, proporcionando um ambiente urbano mais qualificado e uma maior aproximação e vivência do rio.
Parceria com APL, juntas de freguesia, comunidade educativa, movimento associativo náutico e os estaleiros navais
Com a concretização desta parceria – que integra instituições privadas, com diferentes competências e funções, organismos responsáveis pelo ordenamento e pela gestão ambiental do território, como é o caso da Administração do Porto de Lisboa ou dos sistemas multi-municipais de tratamento de resíduos sólidos e de efluentes urbanos, as juntas de freguesia da Moita e do Gaio-Rosário, a comunidade educativa, movimento associativo náutico e os estaleiros navais –, estão reunidas as condições para uma gestão integrada da zona ribeirinha.
50 por cento serão financiados pelo FEDER
O investimento elegível a realizar pela parceria ascende a € 3.661.250,00, dos quais 50 por cento serão financiados pelo FEDER. A parte restante é suportada pelo Município (33 por cento) e pelos parceiros que subscreveram este projecto (17 por cento).
Foto CMM













