Obras revolucionam centro histórico de Alcácer do Sal
A Câmara Municipal de Alcácer do Sal está a promover uma verdadeira revolução no centro histórico da cidade, substituindo canalizações de abastecimento de água e condutas de drenagem de esgotos, ao mesmo tempo que a calçada à portuguesa se impõe aos antigos pavimentos que, por serem muito irregulares, constituíam uma verdadeira dor de cabeça para os moradores, muitos dos quais idosos, que sentiam especiais dificuldades na sua movimentação.
A área abrangida envolve, para já, duas dezenas de ruas.
A área abrangida envolve, para já, duas dezenas de ruas.
Por Jornal Rostos
Trata-se de uma zona que já não era intervencionados há muitas décadas, como prova o estado de degradação das canalizações, à base de fibrocimento (liga que contém amianto, material potencialmente cancerígeno) e ferro fundido, o que podia por em causa a própria qualidade da água consumida pelos residentes, para além de ser sinónimo de frequentes rupturas, pela sua antiguidade.
No que toca aos esgotos, por outro lado, as velhas condutas em grés encontravam-se fragilizadas, tendo a agravante de serem unitárias em toda a área, o que quer dizer que águas residuais domésticas e pluviais corriam juntas, suscitando problemas de caudal e impossibilitando o eficaz tratamento quando a futura Etar estiver construída.
A obra está a ser desenvolvida pela EMSUAS EM – Empresa Municipal de Serviços Urbanos de Alcácer do Sal, em colaboração com os serviços da autarquia, já que a operação se reveste de alguma complexidade. Um dos casos mais complexos é a separação dos efluentes no largo Francisco Soares Gentil, também conhecido como largo do Chafariz. Ali terá que ser instalado um emissário com uma grande capacidade, já que é local de confluência de águas pluviais provenientes do alto da encosta do castelo de Alcácer do Sal.
No que toca aos esgotos, por outro lado, as velhas condutas em grés encontravam-se fragilizadas, tendo a agravante de serem unitárias em toda a área, o que quer dizer que águas residuais domésticas e pluviais corriam juntas, suscitando problemas de caudal e impossibilitando o eficaz tratamento quando a futura Etar estiver construída.
A obra está a ser desenvolvida pela EMSUAS EM – Empresa Municipal de Serviços Urbanos de Alcácer do Sal, em colaboração com os serviços da autarquia, já que a operação se reveste de alguma complexidade. Um dos casos mais complexos é a separação dos efluentes no largo Francisco Soares Gentil, também conhecido como largo do Chafariz. Ali terá que ser instalado um emissário com uma grande capacidade, já que é local de confluência de águas pluviais provenientes do alto da encosta do castelo de Alcácer do Sal.













