Presidente da Câmara de AlcocheteApresenta reivindicações ao Primeiro-ministro
Durante a reunião os Presidentes das Câmaras Municipais apresentaram problemas locais, regionais e mesmo nacionais ao Primeiro-ministro, que se fez acompanhar por vários ministros, secretários de estado, além dos presidentes das CCDRs de Lisboa e Vale do Tejo e do Alentejo.

Por Jornal Rostos
Em representação do Município de Alcochete o Presidente da Câmara, Luís Miguel Franco, colocou ao Primeiro-ministro cinco problemas que considera fundamentais para análise e objecto de decisão por parte do Governo
A extensão dos objectivos e sobretudo dos apoios financeiros no âmbito do arco ribeirinho sul até Alcochete: Na medida em que os terrenos que compõem a frente ribeirinha do Município estão integrados em propriedade públicas e privadas, além da elementar regeneração dos núcleos urbanos de Alcochete e de Samouco;
As acessibilidades: Na iminência dos investimentos públicos que estão anunciados para o país, alguns deles com particular relevância na região, nomeadamente o aeroporto e as linhas ferroviárias, convencional e de alta velocidade, o que o Município de Alcochete pretende é que haja uma melhor articulação entre Alcochete e toda a Península de Setúbal, e também uma melhor articulação com a margem norte do rio Tejo, nomeadamente ao nível dos transportes colectivos de passageiros, porque por vezes em Alcochete sente-se esse défice ao nível da oferta que é oferecida aos munícipes do Concelho;
A construção de um novo hospital Alcochete/Montijo: Uma reivindicação que obteve concordância por parte do Primeiro-ministro e da Ministra da Saúde;
Ampliação e requalificação do parque escolar no Município: O Presidente da Câmara transmitiu ao Primeiro-ministro o lamento da Câmara Municipal relativamente às candidaturas para a construção dos centros escolares que não foram diferidas por parte do gestor dos processos.
Aliás o critério referente ao estado de maturidade do projecto ou da obra penaliza fortemente os Municípios com menores capacidades ou menores dimensões, como é o caso do Município de Alcochete. O critério teria lógica se todos os municípios tivessem dimensão e capacidades idênticas, mas não tendo essa mesma dimensão nem essa mesma capacidade, penaliza os municípios de menor dimensão.













