Saltar para o conteúdo
Bastidores

ALCOCHETECâmara apresenta voto de protesto contra encerramento do posto móvel dos CTT

A Câmara Municipal de Alcochete aprovou ontem, 26 de Maio, por unanimidade, na reunião de Câmara descentralizada em Samouco, um voto de protesto face à decisão dos CTT em encerrar os serviços que, até à data, eram assegurados no Concelho de Alcochete através de um posto móvel.

Através do Voto de Protesto, que será remetido à administração dos CTT, a Câmara Municipal manifesta o seu total desagrado face a esta decisão e lamenta o facto de as Autarquias não terem sido previamente informadas.

2 min de leitura
ALCOCHETE Câmara apresenta voto de protesto contra encerramento do posto móvel dos CTT

Por Jornal Rostos

Ontem, durante a sessão de Câmara que decorreu no Salão da Junta de Freguesia de Samouco, o Vereador Paulo Machado informou os presentes que a Câmara Municipal teve conhecimento desta situação através dos Presidentes das Juntas de Freguesia de Samouco e de São Francisco.

De forma a assegurar os direitos de comunicação da população, a Câmara Municipal reuniu em São Francisco, no passado dia 20 de Maio, com uma das representantes deste serviço de forma a encontrar soluções alternativas, sendo que a possibilidade de encontrar uma parceria junto do comércio local foi uma das soluções ponderadas.

É de salientar que o encerramento do posto itinerante dos CTT foi baseado em factores económicos e justificado pela pouca rentabilidade do negócio.

Face a esta situação, e também na sequência do encerramento das consultas médicas na freguesia de São Francisco, o Presidente da Câmara Municipal lamentou que, diariamente, se venha a registar uma “depauperação dos serviços públicos em Portugal e, em concreto, no Concelho de Alcochete”.

“Estamos a falar de serviços relacionados com a educação, com a saúde, com os transportes e comunicações e, portanto, é absolutamente lamentável aquilo a que temos vindo a assistir”, referiu Luís Miguel Franco.

A propósito do encerramento do posto itinerante dos CTT, Luís Miguel Franco destacou de igual modo que “a privatização das entidades que prestam serviços públicos visam a racionalização dos custos, acabando por provocar estes terríveis resultados”.

“Enquanto cidadãos não podemos negligenciar estas situações e temos de assumir frontalmente a repulsa quanto a estas soluções que são adaptadas. Se nos conformarmos com estas pretensões, estas propostas e políticas afectar-nos-ão no presente e ainda mais no futuro”, concluiu o autarca.

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção