Autarca de Santiago do CacémDefende «protecção ao Estado Social»
. Fórum de Reflexão sobre pobreza juntou técnicos e profissionais da área social em Santo André
O Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém anunciou ontem durante as conclusões do Fórum de Reflexão sobre a Pobreza, que a Associação Intervir.com, no âmbito do projecto Entre Todos, realizou em Vila Nova de Santo André, que “neste momento 40% dos alunos dos ensinos pré-escolar e básico do concelho são carenciados”.
O Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém anunciou ontem durante as conclusões do Fórum de Reflexão sobre a Pobreza, que a Associação Intervir.com, no âmbito do projecto Entre Todos, realizou em Vila Nova de Santo André, que “neste momento 40% dos alunos dos ensinos pré-escolar e básico do concelho são carenciados”.

Por Jornal Rostos
Dados comprovados pelas declarações de rendimento das famílias que vivem do seu trabalho.
Durante a sessão de encerramento do Fórum, intitulado: “pobreza: um fenómeno antigo (n)uma nova realidade”, que juntou na Biblioteca Manuel do Tojal técnicos e profissionais da área social, o autarca de Santiago do Cacém abordou as desigualdades que se agravam de dia para dia defendendo que “tem que haver uma redistribuição da riqueza do país” e manifestou-se preocupado com aquilo que considera estar a acontecer com a colocação em causa do “Estado Social”.
“57% dos desempregados que recebem subsídios, recebem um valor abaixo dos 385 euros e são tratados como se fossem indigentes”, acrescentou o autarca.
“O Estado têm que olhar para as pessoas que não têm qualificações, atitude e são excluídas”, defendeu ainda o Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém que acrescentou que “ a pobreza está a aumentar particularmente entre as pessoas que têm trabalho”.
O Fórum de Reflexão contou, entre outros, com a presença de Edmundo Martinho do Instituto de Segurança Social, Pedro Lopes e vários membros da associação Intervir.com.
Durante a sessão de encerramento do Fórum, intitulado: “pobreza: um fenómeno antigo (n)uma nova realidade”, que juntou na Biblioteca Manuel do Tojal técnicos e profissionais da área social, o autarca de Santiago do Cacém abordou as desigualdades que se agravam de dia para dia defendendo que “tem que haver uma redistribuição da riqueza do país” e manifestou-se preocupado com aquilo que considera estar a acontecer com a colocação em causa do “Estado Social”.
“57% dos desempregados que recebem subsídios, recebem um valor abaixo dos 385 euros e são tratados como se fossem indigentes”, acrescentou o autarca.
“O Estado têm que olhar para as pessoas que não têm qualificações, atitude e são excluídas”, defendeu ainda o Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém que acrescentou que “ a pobreza está a aumentar particularmente entre as pessoas que têm trabalho”.
O Fórum de Reflexão contou, entre outros, com a presença de Edmundo Martinho do Instituto de Segurança Social, Pedro Lopes e vários membros da associação Intervir.com.













