Alcácer do SalConcelho defende «traçado A» para o IC33
A Câmara, a Assembleia Municipal de Alcácer do Sal e a Junta de Freguesia do Torrão enviam hoje a sua participação na consulta pública da Avaliação de Impacto Ambiental relativa ao projecto do IC33 – Grândola (A2)/Évora (IP2). A posição unânime preconiza a proposta de traçado A como a única que serve o concelho de Alcácer do Sal, pois contribui para colmatar a grande lacuna de acessibilidades que afecta a freguesia do Torrão e, na mesma medida, contribui para o desenvolvimento urgente desta zona do Alentejo.

Por Jornal Rostos
O IC 33, itinerário que visa explorar o corredor aproximadamente Norte/Sul no centro do Alentejo, deve ter um traçado a idêntica distância entre o IP2 e a A2, colocando os aglomerados mais próximos a cerca de 10/15 minutos de uma destas três vias, algo que apenas é consubstanciado na proposta de traçado A.
Na missiva assinada pelo presidente da câmara, Pedro Paredes, defense-se que o traçado A corresponde à “opção pelo verdadeiro combate à desertificação do Alentejo interior e uma opção pelo seu desenvolvimento e pelo seu crescimento económico-social”, ao mesmo tempo que, de acordo com o parecer técnico em anexo à carta, a Solução B, “tem maiores impactes negativos na região, a nível ambiental”.
Entre os impactes negativos estão as grandes movimentações de terras e o corte de diversas explorações agrícolas homogéneas, referidamente prejudicando a emergente produção vitivinícola da zona.
Embora a solução A envolva mais custos, esta, afirma-se “trará manifestas mais valias ao nível da mobilidade local, regional, nacional e até mesmo internacional, com todas as consequências inerentes a tal factor, beneficiando, e muito, a freguesia do Torrão”, contribuindo para que esta “possa almejar o desenvolvimento das suas actividades económicas, nomeadamente promovendo o crescimento da sua zona industrial” e, em simultâneo, não prejudicando localidades próximas como Odivelas e Alcáçovas.
Esta posição, que coloca o futuro IC 33 como via estruturante para o concelho de Alcácer do Sal e essencial para diminuir as assimetrias entre Litoral e Interior, é defendida há mais de uma década, quer em correspondência trocada entre o Município e o Ministério das Obras Públicas e a Estradas de Portugal, quer em moções aprovadas por unanimidade na Assembleia Municipal.
Na missiva assinada pelo presidente da câmara, Pedro Paredes, defense-se que o traçado A corresponde à “opção pelo verdadeiro combate à desertificação do Alentejo interior e uma opção pelo seu desenvolvimento e pelo seu crescimento económico-social”, ao mesmo tempo que, de acordo com o parecer técnico em anexo à carta, a Solução B, “tem maiores impactes negativos na região, a nível ambiental”.
Entre os impactes negativos estão as grandes movimentações de terras e o corte de diversas explorações agrícolas homogéneas, referidamente prejudicando a emergente produção vitivinícola da zona.
Embora a solução A envolva mais custos, esta, afirma-se “trará manifestas mais valias ao nível da mobilidade local, regional, nacional e até mesmo internacional, com todas as consequências inerentes a tal factor, beneficiando, e muito, a freguesia do Torrão”, contribuindo para que esta “possa almejar o desenvolvimento das suas actividades económicas, nomeadamente promovendo o crescimento da sua zona industrial” e, em simultâneo, não prejudicando localidades próximas como Odivelas e Alcáçovas.
Esta posição, que coloca o futuro IC 33 como via estruturante para o concelho de Alcácer do Sal e essencial para diminuir as assimetrias entre Litoral e Interior, é defendida há mais de uma década, quer em correspondência trocada entre o Município e o Ministério das Obras Públicas e a Estradas de Portugal, quer em moções aprovadas por unanimidade na Assembleia Municipal.













