Presidente da Junta Metropolitana Carlos Humberto - BarreiroSustentabilidade Metropolitana contributo para desenvolvimento do país

Por Jornal Rostos
O Presidente da Junta Metropolitana de Lisboa e Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto de Carvalho, participou ontem, 24 de Fevereiro, no Encontro de Autarcas, no âmbito da 7ª URBAVERDE – Feira das Cidades Sustentáveis, realizado no Centro de Congressos do Estoril.
Na sua intervenção, subordinada ao tema “Centro Metropolitano para a Sustentabilidade”, no âmbito do painel dedicado à “Optimização das Práticas de Sustentabilidade e Casos de Sucesso”, destacou a importância da Área Metropolitana de Lisboa (AML), como um território de elevado potencial ambiental, paisagístico, humano, económico e de lazer, que importa preservar e valorizar, no sentido de promover um desenvolvimento sustentável.
Foi nesse contexto que se referiu ao Centro para a Sustentabilidade Metropolitana, uma iniciativa da AML em curso, com o apoio da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, que é composto por três núcleos principais:
• Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social Sustentável – estrutura de recolha, compilação, tratamento, produção e difusão de informação e conhecimento, constit uindo-se como uma ferramenta de apoio à
gestão e decisão nas áreas do desenvolvimento económico e social.
• Agenda 21 Metropolitana - que se pretende que seja um fórum privilegiado de encontro, reflexão, discussão e partilha de interesses, visões e capacidades dos diversos agentes institucionais e da sociedade civil, para que em conjunto, possam promover o desenvolvimento sustentável da região.
• Universidade para a Sustentabilidade Metropolitana – dedicada à promoção da formação profissional, à investigação e ao aumento de competências, com o objectivo de capacitar os vários actores metropolitanos nos domínios da
sustentabilidade.
Em suma, pretende-se que este Centro para a Sustentabilidade Metropolitana se constitua como um importante contributo para enfrentar os desafios típicos de uma região mobilizadora do desenvolvimento do país como é a AML, embora tenha defendido que só evoluindo para um modelo de descentralização e de regionalização, que melhore a governação e a governança da AML, se consiga ultrapassar esses desafios na plenitude.













