Execução da ER 261 entre cidade de Santiago e Hospital do Litoral AlentejanoVítor Proença manifesta-se contrário à suspensão
A EP- Estradas de Portugal decidiu suspender a execução do projecto do traçado da ER 261 praticamente na fase final do estudo, alegando que a estrada entre a cidade de Santiago e o Hospital do Litoral Alentejano não é prioritária, não regista acidentes e que o tráfego não justifica um novo projecto.

Por Jornal Rostos
A delegação da Câmara Municipal de Santiago do Cacém constituída pelo Presidente Vítor Proença e pelos presidentes das Juntas de Freguesia de Santiago do Cacém, São Francisco e Alvalade teve conhecimento desta decisão ontem durante uma reunião solicitada pela Câmara com a Administração da Estradas de Portugal para resolver assuntos pendentes e atrasados sobre algumas vias de comunicação do concelho.
O Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém não compreende a suspensão do projecto do traçado da ER-261. A autarquia está frontalmente contra esta decisão da EP- Estradas de Portugal que há muito se tinha comprometido com a execução do projecto que se encontrava praticamente concluído já que a estrada é perigosa, insegura e sinuosa.
A Estradas de Portugal informou ainda que a responsabilidade por esta opção é da tutela (Governo).
Durante a reunião, a delegação da CMSC abordou ainda outra questão, relacionada com a Segurança nas obras do IP8 entre Santiago e Sines. A delegação constituída pelo Presidente do Município, Vítor Proença e pelos Presidentes das Juntas de Freguesia de Santiago, São Francisco e Alvalade alertou a Administração das Estradas de Portugal para a falta de segurança nas obras em curso no IP8 entre Santiago e Sines.
Há muito trânsito em circulação naquele troço, justificando segundo a Câmara, uma apertada fiscalização das obras para evitar eventuais acidentes.
A Estradas de Portugal alega que a fiscalização é da responsabilidade do concessionário da obra Dragados/Edifer/Tecnovia, mas a CMSC reclama intervenção da Estradas de Portugal no acompanhamento das obras e na segurança.
Outra questão debatida ontem durante o encontro relaciona-se com a reparação dos caminhos paralelos ao IP-8.
A Junta de Freguesia de São Francisco e a Câmara Municipal reclamam a reparação dos caminho que constituem uma servidão ao IP-8, devendo por isso ser reparados pela Estradas de Portugal.
O estado em que se encontram estes caminhos não oferece segurança, são muito perigosos para os moradores das zonas interiores e rurais.













