Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do BarreiroColoca interrogações sobre projecto de construção de viaduto para ligar Barreiro ao Montijo

Por Jornal Rostos
Carlos Humberto, salientou que tem conhecimento, há 4 ou 5 anos, através da Lusoponte, do projecto desta empresa que visa a construção de uma ligação, através de 11 km, do Barreiro- Moita ao concelho do Montijo, ligando à Ponte Vasco da Gama através de um viaduto.
O autarca expressou a sua surpresa pelo facto deste assunto ser, agora tornado público, por Maria Amélia Antunes, presidente da Câmara Municipal de Montijo, através de uma entrevista a um jornal local.
Carlos Humberto expressou a sua preocupação, pelo facto de este projecto da Lusoponte se pretender desenvolver como uma alternativa à Terceira Travessia do Tejo.
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro referiu que sobre este projecto não irá tomar posição sem previamente dialogar com os presidentes de Câmara, com os serviços, e, acrescentou que, pretendia deixar claro, quanto à Terceira Travessia do Tejo, que esta é para o concelho do Barreiro – “uma questão central, que deverá ser ferroviária e rodoviária”.
“Esta é a nossa posição de principio” – sublinhou.
O autarca sublinhou que para o Grupo de Trabalho para avaliação da proposta da Lusoponte, que a presidente da Câmara Municipal de Montijo divulgou através da comunicação social – “a Câmara Municipal do Barreiro não indicou nenhum representante”.
Solução alternativa à Terceira Travessia do Tejo
Nuno Banza, vereador do Ambiente, referiu que “não consigo perceber” a divulgação de um projecto que é de uma empresa privada, que seja divulgada a criação de um Grupo de Trabalho com a participação das Câmaras do Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete e, no caso do Barreiro, nem sequer ter sido indicado representante.
O autarca alertou para os impactos ambientais do projecto da Lusoponte e para os problemas de navegabilidade.
Nuno Banza, sublinhou que espera, do ponto de vista politico, que esta não seja “uma tentativa do Partido Socialista de apresentar uma solução alternativa à Terceira Travessia do Tejo.
“Isto não faz sentido nenhum” – sublinhou.













