Presidente da Junta Metropolitana de Lisboa - BarreiroParticipou em seminário internacional sobre Governança Urbana

Por Jornal Rostos
Na sua intervenção, abordou as questões relacionadas com a governança na Área Metropolitana de Lisboa, região que representa 3,5% do território nacional, que tem cerca de três milhões de habitantes, uma população activa superior um milhão e cem mil pessoas, e uma contribuição para o PIB que ultrapassa os 36%.
A Área Metropolitana de Lisboa sendo inegavelmente o motor de desenvolvimento do país, enferma de todos os problemas típicos que daí decorrem: ao nível da coesão social, ao nível da mobilidade, ao nível do ordenamento do território, etc. Nesse contexto, na sua intervenção, defendeu que para potenciar o desenvolvimento da região e do país, é fundamental que a solução da regionalização seja colocada em cima da mesa, que haja um poder intermédio, entre o Local e o Central, que seja criada uma autarquia metropolitana.
Na realidade, o actual modelo das Áreas Metropolitanas encontra-se esgotado: não tem identidade autárquica, nem órgãos representativos, eleitos por sufrágio directo e universal, não tem um núcleo robusto de competências próprias, nem tem instrumentos financeiros capazes.
Terminou a sua intervenção fazendo votos para que os trabalhos do seminário possam ter contribuído para a evolução para “(…)um modelo de descentralização e de regionalização, que melhore a governação e a governança da Área Metropolitana de Lisboa.”













