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Bastidores

Reunião na Moita da Comissão de AcompanhamentoPlano de Ordenamento do Estuário do Tejo (POE-Tejo)

A reunião contou com um momento de debate e troca de ideias entre os intervenientes, durante o qual, entre outras questões, se reflectiu sobre temas como a manutenção dos fundos navegáveis, as dragagens e a reabilitação dos sistemas hidráulicos antigos, a importância crucial do movimento associativo na dinamização das actividades náuticas, a visão do Estuário como o grande elemento central de encontro de toda a Área Metropolitana de Lisboa e as limitações e constrangimentos da actual Lei da Água.

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Reunião na Moita da Comissão de Acompanhamento Plano de Ordenamento do Estuário do Tejo (POE-Tejo)

Por Jornal Rostos

O Moinho de Maré de Alhos Vedros acolheu, no dia 18 de Julho, a quinta reunião da Comissão de Acompanhamento da elaboração do Plano de Ordenamento do Estuário do Tejo (POE-Tejo) que contou com a presença de técnicos e autarcas dos concelhos situados na orla do Estuário, dos representantes da Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARH-Tejo), Administração do Porto de Lisboa (APL), Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT) e equipa técnica do plano.
Os trabalhos foram iniciados com a intervenção do presidente da Câmara Municipal da Moita, João Lobo, que destacou a importância da elaboração do plano como mecanismo de interacção entre os vários territórios ribeirinhos, fundamental para a definição de estratégias conjuntas, com vista a uma maior aproximação entre a população metropolitana e o rio.
Em seguida, foi apresentado, pela equipa responsável pela elaboração do plano, o ponto de situação das diversas fases do processo, bem como os próximos passos para o seu desenvolvimento. Recorde-se que a conclusão do POE -Tejo está prevista para o próximo mês de Novembro.
A reunião contou ainda com um momento de debate e troca de ideias entre os intervenientes, durante o qual, entre outras questões, se reflectiu sobre temas como a manutenção dos fundos navegáveis, as dragagens e a reabilitação dos sistemas hidráulicos antigos, a importância crucial do movimento associativo na dinamização das actividades náuticas, a visão do Estuário como o grande elemento central de encontro de toda a Área Metropolitana de Lisboa e as limitações e constrangimentos da actual Lei da Água.
No final, entre as principais conclusões, destacou-se a necessidade de reforço dos processos de debate entre as várias entidades envolvidas, de forma a atingir um resultado que possa ser útil e operativo a longo prazo.
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