Zélia Silva, Vereadora da Câmara Municipal do BarreiroDeve ser feita a avaliação do programa «Espaços Vivos»
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, recordou que a programação é concretizada com a colaboração de agentes locais, de forma a valorizar a «prata da casa», e, salientou que do conjunto de iniciativas umas são mais participadas e atingem mais sucesso, outras são menos participadas.

Por Jornal Rostos
Zélia Silva, vereadora eleita pelo Partido Socialista, na reunião pública da Câmara Municipal do Barreiro, realizada ontem, nas instalações do Sporting Clube Lavradiense ,comentou o programa de animação dos espaços públicos – Espaços Vivos.
A autarca deu, como exemplo, uma sessão de cinema realizada no Parque Catarina Eufémia, onde se registou uma reduzida presença de duas pessoas.
Zélia Silva questionou se a ausência de público resultava da inexistência de divulgação, ou, se por outro lado, a programação não corresponde aos interesses do público.
A autarca considerou que é necessário ser feita uma avaliação dos interesses do público-alvo das iniciativas, de forma a obter-se uma ideia da receptividade da programação.
Valorizar a «prata da casa»
Mónica Duarte, vereadora em exercício, responsável pela área Cultural e pela programação «Espaços Vivos» sublinhou que a programação é extensa e realizada por diversos espaços públicos do concelho.
“O objectivo é promover iniciativas que contribuam para dinamizar os espaços públicos” – sublinhou.
A autarca sublinhou que muitas actividades do programa Espaços Vivos são concretizadas en colaboração com as Juntas de Freguesia.
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, recordou, que a programação é concretizada com a colaboração de agentes locais, de forma a valorizar a «prata da casa».
Há iniciativas com sucesso e participadas
O autarca salientou que do conjunto de iniciativas realizadas umas são mais participadas e atingem mais sucesso, outras soa menos participadas, não atingindo sucesso.
Zélia Silva, esclareceu que não estava a colocar em causa a qualidade da programação, mas, apenas, a necessidade de ser avaliada a receptividade dos públicos alvo à programação.













