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Bastidores

Freguesia do Vale da Amoreira na MoitaSocialistas acusam executivo de não «enfrentar e lidar com os problemas» da freguesia

"Ano após ano a Freguesia do Vale da Amoreira continua sem conseguir enfrentar e lidar com os problemas, mesmo os mais básicos que persistem, penalizando a população" - refere um comunicado dos autarcas eleitos do Partido Socialista na Assembleia de Freguesia do Vale da Amoreira e a Secção do PS da Baixa da Banheira.

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Freguesia do Vale da Amoreira na Moita Socialistas acusam executivo de não «enfrentar e lidar com os problemas» da freguesia

Por Jornal Rostos

A Assembleia de Freguesia do Vale da Amoreira reuniu no passado dia 28 de Junho. Da ordem de trabalhos fazia parte a avaliação e discussão dos actos da Junta.
Os autarcas eleitos do Partido Socialista levantaram diversas questões ao executivo da Junta que gostariam de ver satisfeitas, mas as mesmas pecaram por falta de informação ou escassez na mesma.
Os autarcas do PS questionaram o executivo sobre o balanço das festas multiculturais do Vale da Amoreira e mais especificamente no que concerne a sua localização, o horário da animação sonora e o impacto na vida e estabilidade dos moradores locais. A resposta dos membros do executivo surgiu muito prontamente afirmando que não tinham feito nenhum balanço e que não consideram existir outro local alternativo válido, pelo que os moradores da zona terão de ser sacrificados, não podendo dormir durante os 5 dias das festas.

Os autarcas do PS consideram as festas do Vale da Amoreira um evento importante para servir a população da Freguesia, pelo que estas se devem realizar com a devida dignidade e notoriedade, elevando o seu actual nível de importância. Pelo que é inadmissível que o executivo não tenha em consideração o impacto na vida das pessoas e não se disponibilize a estudar a viabilidade de áreas alternativas, desrespeitando os direitos dos moradores sem a devida consideração.

Uma outra questão abordada foi os problemas graves que existem na iluminação no caminho pedonal junto ao depósito da água, entre a Rua Mário Sacramento e a Avenida 1º de Maio. Sabendo que é uma zona de passagem de muitas pessoas, sendo uma zona considerada de risco pois já ocorreram assaltos. Mais uma vez a resposta do executivo da junta vai no seguimento do desinteresse pelos problemas da população da Freguesia, já que “não considera tal uma prioridade”.

Os autarcas do PS consideram fundamental a existência de iluminação adequada nos locais de passagem da população, pois é uma condição básica para na procura do sentimento de segurança e para dissuadir eventuais interesses dos “amigos do alheio”. O executivo não pode simplesmente ignorar um problema grave que alastra a toda a freguesia que é a falta de iluminação e consequentemente o sentimento de insegurança que a população vive.
Foi perguntado à Junta pelos autarcas do PS o que se passa com o Recreativo das Fontainhas, cujo recinto está cada vez mais degradado e se é possível à junta prestar algum auxílio à Instituição, como já o fez outrora? Pela terceira vez a postura do executivo é de falta de interesse e incapacidade de actuar perante os problemas da sua Freguesia e da sua população. A resposta que se obteve foi que tratando-se de uma entidade privada a Junta não pode actuar.

Os autarcas do PS consideram que não é possível a um executivo de uma Junta alhear-se dos problemas da freguesia só porque os mesmos ocorrem numa entidade privada. Deve haver uma atitude pro-activa de se inteirar dos problemas, tentar perceber o que não está a funcionar e o porquê e tentar, dentro das suas competências actuar ou recorrer a quem o possa fazer e não simplesmente abandonar uma instituição da Freguesia com um papel importante da mesma na vida activa dos jovens.

Ano após ano a Freguesia do Vale da Amoreira continua sem conseguir enfrentar e lidar com os problemas, mesmo os mais básicos que persistem, penalizando a população.
Os autarcas eleitos do Partido Socialista na Assembleia de Freguesia do Vale da Amoreira e a Secção do PS da Baixa da Banheira consideram que estamos perante um executivo de maioria CDU/PC que ou não quer ver os problemas e o seu impacto na vida da população ou então não tem vontade e capacidade real de actuação na defesa dos interesses de quem o elegeu - a população.

Fonte - PS

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