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Inauguração do Complexo Funerário e Crematório da Quinta do Conde em SesimbraQualidade arquitectónica, capacidade e centralidade regional foram aspectos destacados

A qualidade arquitectónica, a capacidade e a centralidade em relação à região, visto que permite servir vários concelhos, foram os aspectos mais destacados na inauguração do complexo funerário e forno crematório da Quinta do Conde, que teve lugar hoje (25 de Julho).

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Inauguração do Complexo Funerário e Crematório da Quinta do Conde em Sesimbra Qualidade arquitectónica, capacidade e centralidade regional foram aspectos destacados

Por Jornal Rostos

O acontecimento contou com a presença de várias entidades ligadas ao projecto, que «começou a ser pensado em 2007, em virtude do aumento da procura por este tipo de serviço e por, à época, não existir nenhum crematório no Distrito de Setúbal», referiu Augusto Pólvora, presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, após o descerramento da placa evocativa.
«Analisámos o mercado, falámos com outras autarquias da região, estudámos a localização mais apropriada tendo em conta o aglomerado populacional e a perspectiva regional e decidimos que este era o melhor local, pelo que avançámos para o concurso público», adiantou o autarca.
Augusto Pólvora felicitou a empresa pela qualidade do equipamento e destacou a importância do mesmo, frisando que «é uma prova de que Sesimbra se encontra na vanguarda no que respeita à diversidade e qualidade de equipamentos».
A inauguração incluiu uma visita ao edifício que, para além dos espaços reservados à cremação, apresenta algumas valências que pretendem suavizar os momentos dolorosos associados aos actos fúnebres.
O equipamento também se destaca porque «além de ser um dos maiores da zona Sul, tem capacidade diária para dez cremações e reúne um conjunto de espaços que o tornam mais completo, pelo que é uma opção a ter em conta para quem opta por este serviço», sublinhou Nina Martins, da Ambinecro, empresa responsável pela construção e exploração do crematório durante 20 anos, ao abrigo de um acordo com a Câmara Municipal de Sesimbra.
De resto, a solução arquitectónica foi muto elogiada pelos presentes. Para Pedro Teixeira, do ateliê Oto Arquitectos, que elaborou o projecto, «houve a preocupação de estabelecer um enquadramento com o cemitério e, ao mesmo tempo, criar um equipamento com zonas que transmitam serenidade», adiantou. «Pensamos que esses objectivos foram conseguidos».
Sérgio Brás, da Associação de Empresas Lutuosas, que representa cerca de 460 associados a nível nacional, ficou bem impressionado com o equipamento e referiu que o crematório da Quinta do Conde «é um dos mais completos, pois combina o cuidado do acto da despedida com soluções que pretendem tornar o momento menos doloroso».
O edifício, orçado em cerca de 1,4 milhões de euros, vai funcionar sete dias por semana e dispõe de um forno com três câmaras, tendo capacidade para receber mais um forno. Cada serviço tem um custo de 195 euros e o processo demora cerca de 1 hora e meia.
Para além da zona reservada à cremação existem quatro salas de velório, sala de despedida, cendrário, florista, marmorista, cafetaria, zonas exteriores ajardinadas e um espaço infantil, com livros e materiais lúdicos para as crianças.
Importa referir que o terreno onde este se localiza é propriedade do município e que durante o período de exploração, a Câmara Municipal receberá uma percentagem de cada serviço.
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