Município de Alcácer do SalContesta encerramento dos serviços de saúde de Barrancão e Montevil
A Câmara Municipal de Alcácer do Sal “condena a cessação da prestação de cuidados de saúde nas extensões de Saúde de Montevil e do Barrancão”, entendendo que tal representa “uma clara demissão da Administração Central das suas competências essenciais, negando direitos aos mais pobres e desprotegidos e que vivem longe dos grandes centros urbanos”. Esta é a posição do município, expressa em moção aprovada ontem por unanimidade, face à decisão, por parte da tutela, de encerrar os mencionados serviços de saúde.

Por Jornal Rostos
No documento pode ler-se que a autarquia “está consciente (…) das sérias dificuldades económico-financeiras que afectam o nosso país e da necessidade urgente e inadiável de promover a redução da despesa pública”, mas considera que tal não pode ser feito “de forma cega e distante”, prejudicando “uma população maioritariamente envelhecida, fragilizada e de parcos recursos económicos”, como acontece nestas duas aldeias do concelho de Alcácer do Sal.
O Município tomou conhecimento que os referidos postos de atendimento encerrarão durante o presente mês de Outubro e contesta tal medida, justificando que “a proximidade dos serviços públicos aos cidadãos, neste caso dos serviços de saúde, conquistada nos últimos 30 anos, não pode ser comprometida em prol dos números e de metas matemáticas estabelecidas por quem não conhece nem vive as realidades no seu dia-a-dia”.
“Antes dos números estão as pessoas e é importante trabalharmos nesse sentido”, conclui a moção, a enviar às câmaras e assembleias municipais dos cinco concelhos do Alentejo Litoral, ao Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Litoral e respectivos centros, à Administração de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e aos grupos parlamentares na Assembleia da República.
O Município tomou conhecimento que os referidos postos de atendimento encerrarão durante o presente mês de Outubro e contesta tal medida, justificando que “a proximidade dos serviços públicos aos cidadãos, neste caso dos serviços de saúde, conquistada nos últimos 30 anos, não pode ser comprometida em prol dos números e de metas matemáticas estabelecidas por quem não conhece nem vive as realidades no seu dia-a-dia”.
“Antes dos números estão as pessoas e é importante trabalharmos nesse sentido”, conclui a moção, a enviar às câmaras e assembleias municipais dos cinco concelhos do Alentejo Litoral, ao Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Litoral e respectivos centros, à Administração de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e aos grupos parlamentares na Assembleia da República.













