Mutilação genital feminina repudiada por unanimidadepela Câmara Municipal do Barreiro
. “Fenómeno ancestral” que ainda existe em Portugal e no Distrito de Setúbal
Na reunião pública de ontem da Câmara Municipal do Barreiro, foi aprovada uma moção, por unanimidade, que repudia a mutilação genital feminina.
Os autarcas exigem que sejam tomadas medidas de forma que esta prática ancestral seja erradicada.
Na reunião pública de ontem da Câmara Municipal do Barreiro, foi aprovada uma moção, por unanimidade, que repudia a mutilação genital feminina.
Os autarcas exigem que sejam tomadas medidas de forma que esta prática ancestral seja erradicada.

Por Jornal Rostos
A Moção apresentada pela vereadora Zélia Silva, do Partido Socialista, a propósito do Dia Internacional Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, mereceu a aprovação unânime de todos os membros do executivo Municipal.
No texto refere-se que esta “prática abominável viola os direitos humanos” e “os direitos da mulher”.
A moção condena os abusos, tortura e tratamento cruel a que são sujeitas as mulheres vitimas da mutilação genital.
Refere-se que este é um “fenómeno ancestral” que ainda existe em Portugal e no Distrito de Setúbal.
A moção apela às entidades regionais, nacionais e internacionais no sentido de serem tomadas medidas de erradicação da mutilação genital feminina.
No texto refere-se que esta “prática abominável viola os direitos humanos” e “os direitos da mulher”.
A moção condena os abusos, tortura e tratamento cruel a que são sujeitas as mulheres vitimas da mutilação genital.
Refere-se que este é um “fenómeno ancestral” que ainda existe em Portugal e no Distrito de Setúbal.
A moção apela às entidades regionais, nacionais e internacionais no sentido de serem tomadas medidas de erradicação da mutilação genital feminina.













