Município contesta hasta pública dos secadores de arroz de Alcácer do Sal
A Câmara Municipal de Alcácer do Sal vai reivindicar, junto dos ministros das Finanças e da Agricultura, “a suspensão imediata e respetiva anulação do processo de venda em hasta pública dos silos e Centro de Secagem de Alcácer do Sal”, prevista para a próxima semana.

Por Jornal Rostos
Esta posição está expressa em moção a enviar às tutelas e aprovada por unanimidade pelos eleitos na Câmara Municipal de Alcácer do Sal. No documento, o executivo camarário manifesta a sua solidariedade e compromete-se a apoiar a luta dos agricultores do concelho.
Reclama ainda ao Governo que retome as negociações iniciadas em 25 de janeiro de 2011, entre o Ministério da Agricultura e a organização dos agricultores, nomeadamente a Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal, para a gestão dos secadores e sistema de armazenamento de cereais.
“A orizicultura é uma atividade de extrema e significativa importância para a sobrevivência dos pequenos e médios agricultores e prestadores de serviços associados. É também, setor de forte afirmação, quer no presente, quer no futuro, e alavanca impulsionadora do desenvolvimento económico do concelho e da região”, conclui a moção.
De facto, o Concelho de Alcácer do Sal tem uma área de 5.900 hectares de cultura de arroz, cerca de 20 por cento do total nacional e há mais de 50 anos que é o concelho líder destacado na produção deste cereal, com um total anual de mais de 35 mil toneladas.
De referir que, na última reunião da Assembleia Municipal de Alcácer do Sal, realizada no dia 25 de Fevereiro, foi aprovada, igualmente por unanimidade, outra moção de idêntico teor.
Este documento contextualiza a “luta” dos pequenos agricultores, explicando que o centro de secagem da antiga EPAC é gerido desde 2003 pelos produtores de arroz sem secador próprio, o que lhes tem proporcionado uma maior autonomia face a intermediários e aos grandes produtores, com ganhos na sua atividade e nos preços alcançados pelo arroz.
Esta realidade e o investimento entretanto aplicado nas instalações estão agora em risco, face ao anúncio, por parte do Governo, da venda em hasta pública dos secadores e silos da EPAC, rompendo negociações iniciadas com o anterior ministro, António Serrano, para a cedência mais permanente daquelas infraestruturas aos pequenos agricultores.
Reclama ainda ao Governo que retome as negociações iniciadas em 25 de janeiro de 2011, entre o Ministério da Agricultura e a organização dos agricultores, nomeadamente a Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal, para a gestão dos secadores e sistema de armazenamento de cereais.
“A orizicultura é uma atividade de extrema e significativa importância para a sobrevivência dos pequenos e médios agricultores e prestadores de serviços associados. É também, setor de forte afirmação, quer no presente, quer no futuro, e alavanca impulsionadora do desenvolvimento económico do concelho e da região”, conclui a moção.
De facto, o Concelho de Alcácer do Sal tem uma área de 5.900 hectares de cultura de arroz, cerca de 20 por cento do total nacional e há mais de 50 anos que é o concelho líder destacado na produção deste cereal, com um total anual de mais de 35 mil toneladas.
De referir que, na última reunião da Assembleia Municipal de Alcácer do Sal, realizada no dia 25 de Fevereiro, foi aprovada, igualmente por unanimidade, outra moção de idêntico teor.
Este documento contextualiza a “luta” dos pequenos agricultores, explicando que o centro de secagem da antiga EPAC é gerido desde 2003 pelos produtores de arroz sem secador próprio, o que lhes tem proporcionado uma maior autonomia face a intermediários e aos grandes produtores, com ganhos na sua atividade e nos preços alcançados pelo arroz.
Esta realidade e o investimento entretanto aplicado nas instalações estão agora em risco, face ao anúncio, por parte do Governo, da venda em hasta pública dos secadores e silos da EPAC, rompendo negociações iniciadas com o anterior ministro, António Serrano, para a cedência mais permanente daquelas infraestruturas aos pequenos agricultores.













