Sete médicos cubanos entram hoje ao serviço no Alentejo LitoralPresidente da Câmara de Santiago do Cacém considera “manifestamente insuficiente o número de clínicos"
. Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém considera “manifestamente insuficiente o número de clínicos atendendo às graves carências junto das populações”
Estes médicos cubanos integram um segundo contingente e aguardam há quase 5 semanas, a sua entrada em funções clínicas nos diversos centros de saúde da região.
Estes médicos cubanos integram um segundo contingente e aguardam há quase 5 semanas, a sua entrada em funções clínicas nos diversos centros de saúde da região.

Por Jornal Rostos
A Câmara Municipal de Santiago do Cacém face ao anúncio da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo de que sete dos dezassete médicos cubanos destinados a prestar cuidados nos serviços de saúde do Alentejo Litoral iniciaram, finalmente, hoje funções, depois de credenciados pela Ordem dos Médicos (OM), considera que é “manifestamente insuficiente o número de clínicos e continuará a pugnar pela entrada de mais dez médicos cubanos que se encontram em Vila Nova de Santo André (Concelho de Santiago do Cacém) a aguardar um exame a efetuar na cidade do Porto durante este mês de agosto”, pois só assim, adianta o Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Vítor Proença, “será possível atenuar a mais grave situação vivida desde o 25 de Abril quanto à falta de médicos no Litoral Alentejano”.
Recorde-se que até ao dia de hoje, mais de 44 mil habitantes dos concelhos de Odemira, Santiago do Cacém, Sines, Grândola e Alcácer do Sal estavam sem médico de família, dos quais cerca de 18 mil no concelho de Santiago do Cacém, sem contar-se com os milhares de veraneantes que procuram esta região no período de verão.
A Câmara Municipal de Santiago do Cacém tem assumido uma posição empenhada junto do Governo, do Presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo e também de sensibilização junto da Ordem dos Médicos para que se aproveite “ este recurso externo de excelentes profissionais de saúde pública cubanos, num acordo entre os Estados de Portugal e Cuba, dado que politicas erradas conduziram à mais gritante falta de médicos de saúde pública agravada com aposentações em curso e falta de respostas formativas nos cursos de medicina.”
Estes médicos cubanos integram um segundo contingente e aguardam há quase 5 semanas, a sua entrada em funções clínicas nos diversos centros de saúde da região.
Recorde-se que até ao dia de hoje, mais de 44 mil habitantes dos concelhos de Odemira, Santiago do Cacém, Sines, Grândola e Alcácer do Sal estavam sem médico de família, dos quais cerca de 18 mil no concelho de Santiago do Cacém, sem contar-se com os milhares de veraneantes que procuram esta região no período de verão.
A Câmara Municipal de Santiago do Cacém tem assumido uma posição empenhada junto do Governo, do Presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo e também de sensibilização junto da Ordem dos Médicos para que se aproveite “ este recurso externo de excelentes profissionais de saúde pública cubanos, num acordo entre os Estados de Portugal e Cuba, dado que politicas erradas conduziram à mais gritante falta de médicos de saúde pública agravada com aposentações em curso e falta de respostas formativas nos cursos de medicina.”
Estes médicos cubanos integram um segundo contingente e aguardam há quase 5 semanas, a sua entrada em funções clínicas nos diversos centros de saúde da região.













